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Reserva transmite paixão e experiência no ponto-de-venda

Lojas da marca carioca promovem ambiente despojado, amizade e comunicação com jovens

Por | 10/09/2010

pauta@mundodomarketing.com.br

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Reserva transmite paixão e experiência no ponto-de-venda"Não vendemos roupas, vendemos nossos sonhos". É assim que Rony Meisler define o segredo do sucesso da Reserva. A grife de roupas masculinas com nome inspirado em uma praia do Rio de Janeiro ficou conhecida pelo estilo despojado e pelos clientes famosos como o apresentador Luciano Huck, que costuma ostentar o pica-pau, símbolo da marca, nas camisas com as quais apresenta o seu programa.

Mas foi no ponto-de-venda, promovendo a paixão pelo negócio, a amizade entre vendedores e clientes, um ambiente agradável com cerveja gelada e até manequins de cabeça para baixo, que a marca conseguiu passar a "Experiência Reserva" e conquistar o público masculino jovem. Criada em 2006 por três amigos que nada tinham a ver com moda, a Reserva hoje tem 10 lojas, além da Reserva Mini, que abrirá sua primeira unidade, no Shopping Leblon, com a linha infantil da marca.
 
Fora do Rio de Janeiro, dez showrooms e a presença em 430 lojas multimarcas garantem que o lifestyle da marca chegue a todo o Brasil. Hoje representando 48% do faturamento da empresa, foi o mercado carioca que fez com que a primeira linha com 20 bermudas vendidas entre amigos virasse uma grife de destaque na moda masculina brasileira.

Reserva transmite paixão e experiência no ponto-de-vendaVendendo sonhos
O lançamento das bermudas aconteceu depois que Meisler, formado em engenharia, e os amigos Diogo Mariani e Fernando Sigal, hoje sócios, notaram a falta de opção na hora dos jovens cariocas comprarem roupas que os agradassem de acordo com seu estilo de vida. A criação da primeira linha com o slogan "Be yourself but not always the same", que representa a marca até hoje, foi levada para ser oferecida de porta em porta em lojas multimarcas pelo Brasil.

"Eu saí por aí de mochila nas costas vendendo o meu sonho. Isso era a única coisa que eu tinha para oferecer", conta o empresário afirmando que deve muito à sua sorte. "Acho que a história que eu contava e a paixão que tinha fazendo aquilo convenciam as pessoas", explica o empresário, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O sucesso entre os consumidores fez com que a reserva partisse logo para as semanas de moda. Depois da primeira no Rio de Janeiro, a marca migrou para a São Paulo Fashion Week em busca de mais visibilidade. A primeira loja própria veio um ano e meio depois da primeira peça para, enfim, conseguir passar o resto da mensagem da Reserva para o consumidor.

Experiência Reserva
Nos pontos-de-venda, além de muitas bermudas com estampas xadrez e camisas com o pica-pau estampado, o consumidor encontra vendedores treinados para passar a "Experiência Reserva". Investir no atendimento é prioridade da marca, que tem como objetivo tornar os funcionários amigos dos clientes. Para promover esse "encontro entre conhecidos", dentro dos espaços decorados como lofts, geladeiras têm cerveja à disposição dos consumidores.

Além disso, a trilha sonora jovem movimenta o local com o objetivo de promover o estilo despojado dos cariocas. "Quando montamos nossa primeira loja, eu sabia que não queria uma música careta e nem vendedores que não tivessem orgulho de trabalhar ali. Para fazer parte da Reserva tem que ser apaixonado pela empresa", garante Rony.

Completando a experiência multissensorial proposta pela marca, a Reserva também quis inovar na sua vitrine. Do lado de fora, manequins de cabeça para baixo chamam a atenção e destacam a ideia de movimentação e inovação idealizada pela marca. "Nossa loja é viva, ela tem que ser comunicativa assim como os donos", completa o empresário.

Crescimento sem perder o foco
Embora o crescimento do número de lojas da Reserva não pareça tão grande em comparação com outras redes em expansão, esse ritmo faz parte da estratégia da empresa. Focada no público masculino "jovem de espírito" de classe A, que vai de 25 a até 50 anos, a marca seleciona bem os locais onde vai abrir seus pontos-de-venda e todas as unidades são próprias para não correr risco de haver distorções no trabalho de experiência desenvolvido.

"Cada loja que abrimos é melhor que a outra. Nosso negócio é prosperar a partir da experiência", explica Rony, garantindo o porquê de recusar as cerca de 50 solicitações para abertura de franquias que recebe por semana. "Franquear experiência é muito difícil, não dá para franquear o que nós somos", afirma apaixonado pelo negócio.

A fórmula de paixão e experiência parece dar certo e fideliza consumidores. Dos 20 mil clientes cadastrados na loja, 10 mil voltam às compras mensalmente. "Todos nós éramos de áreas diferentes e nos encontramos profissionalmente ali, as pessoas sentem isso. Estou nesse negócio para ser feliz" completa Rony Meisler orgulhoso. 





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