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O Papa da Comunicação e do Marketing

Visita de Francisco ao Brasil mostrou como as marcas devem agir com sinceridade, serem próximas e somente promover o que estiver em sua essência para conquistar o consumidor

Por | 29/07/2013

bruno@mundodomarketing.com.br

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papa,francisco,relacionamento,marca,propósito,comunicaçãoA visita do Papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude deixou lições para quem trabalha com comunicação e Marketing. Em menos de uma semana, o argentino Jorge Mario Bergoglio sensibilizou até quem não é católico porque tem em sua essência o que as empresas deixaram de lado faz um tempo: a sinceridade e a atenção a causas que são importantes para as pessoas. É o que há algum tempo convencionou-se a chamar de propósito de marca, que poucas têm.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o jornalista Sergio Rubín, coautor de uma biografia sobre Bergoglio ("O Jesuíta"), afirmou que o Papa é "Coerente no que diz e no que faz". Está aqui mais uma característica que faz falta às marcas nos dias de hoje. Não raro vemos posicionamentos e comunicações que não consistem com a essência da empresa e muito menos se materializaram nos pontos de contato que as pessoas têm com as marcas. Isso, sem contar na constante e esquizofrênica mudança de posicionamento e comunicação.

Os gestos, atos e ações do Papa vêm de sua essência. Os improvisos e surpresas que sempre o cercam são a materialização do seu "posicionamento". Ele se insere no meio do povo porque não sabe viver longe dele. Mas, não sejamos ingênuos. Como líder espiritual, e em certa medida até político, ele sabe que precisa estar próximo dos seus. Proximidade. Mais um quesito que as marcas estão longe, literalmente.

Ao falar do possível motivo de migração de católicos para religiões protestantes em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, neste domingo, Francisco culpou a falta de proximidade da Igreja com seus féis. Enquanto o catolicismo se afastou, outras crenças se chegaram e colocaram as pessoas no colo. É do ser humano. Todos precisam ser acolhidos. Ter alguém em quem se pode contar. Em nosso paralelo, quantas poucas marcas são realmente próximas de seus clientes?

Quantas marcas dão atenção aos seus clientes? Beijam suas mãos, abraçam? Quantas dizem o que as pessoas querem e precisam ouvir? Quantas falam a sua língua? Poucas, bem poucas. Por isso o Papa Francisco arrastou três milhões de pessoas a Copacabana, no Rio de Janeiro, e chamou a atenção do mundo todo.

Jorge Mario Bergoglio é um papa da comunicação por estar próximo das pessoas em seus atos. Na forma de falar, de vestir, de andar e de fazer as mudanças a que se propôs. Mario Bergoglio é um papa do Marketing por promover e, principalmente, praticar ações relevantes para as pessoas, indo ao encontro de sua essência.
 





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