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E se o mundo não acabar hoje? O que será da sua marca?

Pressionado por resultados em curso prazo, profissional de Marketing não costuma olhar para o futuro, período em que sua marca será julgada como caso de sucesso ou insucesso

Por | 21/12/2012

bruno@mundodomarketing.com.br

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O fim do mundo pode ser nesta sexta-feira, mas não tem muita gente preocupada com isso, principalmente o profissional de Marketing. Infelizmente, vivemos numa cultura de curto prazo em que poucos são aqueles que pensam e se preocupam com o futuro das marcas e dos produtos por estarem pressionados por gerar resultado no curto prazo. Afinal, a maioria dos cargos de Marketing tem trocas em menos de dois anos. Neste período, há pouco ou nenhum compromisso com o longo prazo. 
 
Na expeditiva de preservar o seu cargo e o status quo de processos e históricos duvidosos, cria-se uma grande aversão ao que eles acreditam ser um risco. Muda-se o que parece ser fácil mudar, como a comunicação da marca ou a embalagem do produto. O resultado são campanhas medíocres e resultados pífios. O essencial sempre fica para depois. Para o próximo ocupante da cadeira, que, por sua vez, terá o mesmo pensamento. Se o mundo acabar, o importante é que a meta do trimestre esteja batida. 
 
E assim vamos seguindo mês a mês sem olhar o ano, os anos, as décadas, centenários. Quantas marcas do nosso dia a dia têm mais de 100 anos? Ou pelo menos 50 anos? Pouquíssimas. Destas, quantas são realmente relevantes? Menos ainda. Um dos maiores méritos delas é pensar no longo prazo. Sim, elas se preocupam com o dia a dia. Afinal, o presente define o futuro, mas o fazem de forma diferente, sempre se preocupando com a consistência do trabalho. Se o mundo acabar, quem não planejou o amanhã da forma correta não vai perder nada. Agora, se o mundo não acabar...
 
Bom, aí que a coisa começa a complicar. O mundo pode não acabar, mas quantas marcas já morreram até hoje? Pior: quantas marcas estão agonizando diante de seus clientes? Justiça seja feita: é cada vez mais complicado dar conta das mudanças constantes pelas quais vivemos. O dia é atropelado por incêndios a serem apagados constantemente. E é aqui que mora a grande questão. Porque foi mal feito, deu problema. O erro precisa ser corrigido. 
 
Se o produto ou serviço não vendem o que foi planejado porque não tem nenhum diferencial percebido, gastou-se um caminhão de dinheiro e gastará outro caminhão para tentar fazê-lo decolar. Veja como exemplo o investimento das marcas em mídia social e em plataformas digitais. Enquanto algumas aplicam dinheiro de forma mais consciente, outros ainda reconhecem estar testando o meio. Isso, em pleno 2013. 
 
O mundo não acabar pode até ser um bom sinal. É uma nova chance que temos para desenvolver produtos, serviços e marcas melhores. Afinal, é para isso que somos pagos. Atendimento melhor. Pontos de vendas melhores. Experiência melhor. Processos melhores. Tudo diferente. Ou será que alguém acredita que o mesmo produto, serviço ou marca vão conseguir se sustentar imutáveis a tantas transformações sem que eles mudem?
 
E se o mundo não acabar hoje? O que será da sua marca?
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