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Inteligência espiritual

Primeiro veio o QI (Índice de Inteligência), depois veio o QE (Quociente Emocional), popularizado por Daniel Goleman. Agora Danah Zohar criou o conceito de Inteligência Espiritual ? como as pessoas usam significado, visão e valores para pensar e decidir.

Por: | 21/11/2008

pauta@mundodomarketing.com.br

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Autor: Raúl Candeloro


Zohar, formada pelo MIT e Harvard e diplomada em Física, Filosofia e Religião, defende a separação entre estes três conceitos:

a) Inteligência `intelectual´ trata do que pensamos.
b) Inteligência emocional trata do que sentimos.
c) Inteligência espiritual trata de quem somos.

Esta última inteligência é que mais nos diferencia de máquinas, computadores e outros animais, porque é a que nos dá o senso de propósito, valor e sentido na vida. Mais e mais empresas têm buscado Zohar para ajudá-los a alinhar a missão e os valores da empresa com os valores da equipe de funcionários e da sociedade em que vivemos. Esse alinhamento produz resultados fantásticos, com funcionários e clientes muito mais satisfeitos, pois sentem que participam de algo maior do que um mero empreendimento comercial (muitas vezes visto como puramente mercenário).
Zohar tem 12 princípios para ajudar nesse aprimoramento da inteligência espiritual e do seu alinhamento com os valores das pessoas:

• Auto-conhecimento: no que acredito? Quais são meus reais valores? O que realmente me motiva?
• Ação baseada em visão e valores: agir conforme seus princípios, respeitar suas crenças mais profundas e viver de acordo com isto, em todos os sentidos.
• Uso positivo da adversidade: habilidade de aprender com os erros. Crescer e aprender com a adversidade e o sofrimento.
• Holístico: habilidade de reconhecer padrões, relacionamentos, conexões maiores. Analisar e procurar compreender o todo e não apenas as pequenas partes. Sentir que pertence a algo maior.
• Compaixão: empatia com tudo e com todos. Procurar entender e analisar os ângulos antes de decidir.
• Celebrar a diversidade: respeitar e estimular as pessoas pela suas diferenças, não apesar delas.
• Independência: capacidade de resistir à maioria e ter idéias e opiniões próprias.
• Curiosidade: fazer muitas perguntas para aprender, descobrir, chegar ao fundo das questões mais importantes.
• Reposicionar: habilidade de dar um passo para trás e reposicionar um problema ou desafio. Procurar a resposta certa, não a mais fácil. Analisar o contexto do desafio da forma mais ampla possível.
• Espontaneidade: viver o hoje, aproveitar o agora.
• Vocação para servir: ouvir o chamado para respeitar o próximo, dar de volta, deixar melhor do que quando chegou.
• Humildade: entender sua posição no mundo, suas próprias limitações e como trabalhar em equipe para obter resultados extraordinários através da sinergia com outras pessoas.

Pessoas e empresas que respeitarem estes 12 princípios terão alcançado algo muito mais valioso do que clientes satisfeitos, lucros maiores ou diferenciais competitivos. Estarão ajudando a mudar o mundo para melhor. Mais: estarão vivendo uma vida de propósito, dando-lhe sentido e cumprindo sua missão. Afinal de contas, é para isto que estamos aqui.
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