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Somos estrategistas lidando com pessoas e resultados!

Parece que em meio às energias que emanamos em nossos dias, esquecemos de transformar os exemplos vividos em ações e novas práticas que deveriam representar uma tradução automática de destreza ou um treino mais avançado na busca de melhores adequações a t

Por: | 16/06/2008

pauta@mundodomarketing.com.br

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Autor: Simone do Nascimento da Costa


Falando um pouco do ambiente corporativo, como poderíamos esquecer que em diversos momentos fazemos parte de uma história fantástica, onde nossos papéis não poderiam ser nada mais nada menos que de "Visionários Estrategistas", cada um desenvolvendo seu trabalho, ao mesmo tempo em que os propósitos se alinhem em derrotar o "inimigo"?

Quando falamos em "inimigos" podemos citar: a falta de motivação, o absenteísmo, a falta de feedback, a inexistência de benefícios adicionais, a falta de comprometimento e de conscientização da utilização das ferramentas de trabalho, bem como a deficiência em estabelecer estratégias de negócios que estejam devidamente alinhadas com a missão, visão, valores e análise de todo o contexto da organização.

Evidentemente e estrategicamente falando, não podemos dizer que somos detentores de um sucesso que podemos planejar nos mínimos detalhes, mas somos aqueles capazes de articular diretrizes e práticas específicas que componham atitudes desse nosso lado "Líder" e "Empreendedor" que nos direcionem a transformar passivos em ativos, desmotivação em estímulo, falta de feedback em diálogo (troca) e avaliações de desempenho em políticas de desenvolvimento.

Quantas vezes temos e tivemos que ser "Super Tudo" em nossas tarefas? Um exemplo básico, o qual muitos já devem ter passado, acontece quando seu diretor ou gestor chega pela manhã e lhe oferece uma lista de atividades e pede que as mesmas sejam entregues ao final do dia. Isto quando ele não entrega no final da tarde e pede para a manhã seguinte.

Até que aparecesse esta nova lista de atividades havia uma rotina planejada, mas naquele momento, algo mudaria! Nossa primeira reação: ler, reler, e nos perguntar por várias vezes se conseguiremos realizar tudo em tempo hábil!

Muitos com certeza já se questionaram com a seguinte frase:

- Porque o dia tem apenas 24 horas? Preciso de mais... É claro, que depois dos questionamentos partimos para a realidade; colocamos um sorriso no rosto e lembramos que o tempo é administrado por nós, por isso deverá ser nosso aliado! O importante nestes casos é que cada segundo torna-se muito precioso, e por isso utilizamos cada uma de nossas habilidades para otimizar nosso tempo. Contudo, verificamos o que deverá ser cumprido, reprogramamos nosso dia e nos tornamos "Colaboradores na corrida contra o tempo".

- Como então, podemos dizer que não somos "gigantes na arte de fazer acontecer"? Cada um, em sua particularidade, dá vida aos processos organizacionais e não podemos esquecer que o desejo em ser melhor indica força de vontade e energia; características estas que vem da predominância de nossos pensamentos focados no que realmente desejamos, e isso todos podemos fazer! Nesta semana fui contatada por uma organização com problemas de motivação e atingimento de metas dos colaboradores, sendo que a gestora me questionou sobre o que poderia ser feito! Como desafiá-los a mudar este cenário?

É evidente que primeiramente pedi que a Gestora me contasse um pouco da história da empresa e relatasse os últimos acontecimentos.

Foi muito interessante, pois a empresa especificamente atua no segmento de cursos profissionalizantes, ou seja, existem metas de vendas bastante consideráveis neste caso. Conforme ela foi me relatando a situação existente hoje, percebi claramente de onde vinham os problemas, pois a organização preocupou-se em estipular metas, oferecer treinamentos de capacitação para venda do produto, mas esqueceu-se de proporcionar um ambiente altamente motivador para que este processo acontecesse. Lembrando que o treinamento oferecido era de capacitação para venda do produto, mas, e o treinamento motivacional? Devemos lembrar que tudo o que envolve rotinas torna-se estressante e somente executável.

Costumo dizer que existe uma frase muito boa para este tipo de situação. Primeira ligação do dia, o colaborador (telemarketing) direciona-se a seu local de atendimento, e inicia sua primeira abordagem:

- Bom dia! Meu nome é...! Pede um momento, e pergunta a seu líder se pode sair para o almoço ao meio-dia! O colaborador acabou de chegar, interrompeu uma ligação, e quer saber em qual horário poderá sair para seu momento de "descanso".

- Parece incrível, mas não é! No caso específico desta organização a rotina do trabalho já se tornou algo tão operacional que a estratégia e motivação para atrair novos clientes são algo que depende de fatores que norteiam necessidades internas de treinamento motivacional, bate-papo com a equipe, gincanas com premiações no alcance de metas e uma idéia que aprovaram em primeira instância: decoração do ambiente de trabalho com diversos temas que podem ser de acordo com datas importantes ou comemorativas, sendo que as próprias equipes serão responsáveis pela decoração do ambiente de trabalho. O colaborador precisa se sentir como parte da organização para que ele mesmo vá em busca de resultados.

O ser humano é o meio pelo qual uma organização atinge seus objetivos, mas se o que acontece é agir como se este talento tenha apenas a equivalência de um número de registro de funcionário com meta estipulada na frente, teremos uma realidade totalmente disforme aos princípios que envolvem a Gestão de Pessoas.

Para avançar, ir adiante, o ambiente corporativo precisa de "Influenciadores e Estrategistas", aqueles que são surpreendentes em suas posições e incrivelmente magistrais no quesito: diferenciação (dar foco ao que realmente é importante para o contexto organizacional).

Sábios são os gestores e empresários que fazem de uma notícia estampada na primeira página do Jornal um ativo motivador para novas práticas organizacionais.

Um exemplo de notícia que comumente vemos nos jornais:

- Onde está a mão-de-obra qualificada? Um empresário de forma habitual recebe seu jornal diário e depara-se com o enunciado acima. No mesmo instante este grande visionário convoca suas principais lideranças e diz que a pauta da reunião refere-se a seguinte pergunta:

- O que podemos fazer para manter nossos colaboradores?

Que pergunta simplesmente magnífica! Isto é o que podemos chamar de empreender sucesso, dar foco no que realmente objetiva resultados, pois criamos diferenciais à medida que identificamos alternativas e oportunidades que nos remetam a grandes inovações, afinal, não existe "o quanto" investido quando ainda não viabilizamos o "como" será aplicado.
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