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Fórmula PCT: Bussunde sua empresa com ela

Um bom ambiente de trabalho, que estimule as pessoas a exteriorizar, criar, ousar, sem medo de errar é crucial para o bom desenvolvimento da empresa. Regras claras e hierarquia bem definida guiam o profissional, sem tolher sua criatividade.

Por: | 21/08/2006

pauta@mundodomarketing.com.br

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Autor: Jonatas Abbott


P de Pessoas, C de Cores e T de Tangibilização. Com esta fórmula, formulada há pouco é verdade, mas praticada há 10 anos já, é garantia total que sua empresa ganhará em vida e alegria. Não, a idéia não é que sua empresa fique com aquele humor genialmente sacana do Bussunda. Mas que ganhe em alegria, que gera carisma e resultado. E empresas costumam tantas vezes ficarem tão cinzas que se a meta for a de ter o jeito do Bussunda no meio termo ela ficará ótima.

Mas vamos lá.

Pessoas são a peça chave. Além de montar um bom time é necessário, imperativo e quase mais importante se montar um bom ambiente de trabalho. Um ambiente descontraído com regras e hierarquia claras. Só dessa forma o colaborador compreende bem o espaço em que transita e o tamanho da liberdade que tem. E só assim ele exercerá esta liberdade, crucial para o seu desenvolvimento profissional e mais ainda, para a sua criatividade. Além de ser um pecado capital que deveria ter pena prevista na lei, matar a criatividade da equipe e, bem mais grave, educar e formar de forma errada os jovens da empresa com cerceamento de sua criatividade, com desconfiança nos corredores, com um clima constante de "busca de culpados" definitivamente não levará sua empresa ao aumento dos lucros associados ao sucesso no mercado.

Uma equipe que tenha confiança na empresa e nas suas lideranças, que não perceba falta de firmeza mas sim qualidades a serem copiadas de cima para baixo e de baixo para cima, que sinta que existe retaguarda para o desenvolvimento de seu trabalho e crédito para seus erros são a base de uma empresa de sucesso. Sem este componente o restante da fórmula é inóquo.

Cores. Encha sua empresa de cores. Isso não significa ter a empresa como uma bandeira do movimento GLSBT, como um arco-íris. Isso significa ter um site vibrante, materiais que contenham cores quentes, que literalmente esquentam a sua marca e incentivam sua leitura. Significa ter camisetas que chamem a atenção. Ter slogan, ter marca, ter cor. Em eventos destacar-se pela ousadia de seus materiais e pessoas e não ser mais um copiando os modelos de mercado, com pouca margem de erro e menor ainda de acerto... Significa ter um ambiente em constante mutação, temático. Pode ser de acordo com a promoção mensal, pode ser com as cores da Copa, pode ser de acordo com o motivo da promoção interna, pode ser com paredes realmente coloridas e pode e deve ser com fotos das pessoas da empresa. Já aqui a nossa fórmula começa a ser executada.

Tangbilizar a empresa. Sim, é dar a oportunidade de seu público tocá-la, senti-la, levá-la para casa. Essa tangibilização encontra sua perfeição quando seu produto é passível de embalagem, de ser embalado para ser levado pelo consumidor. Mas longe disso, a tangibilização tem outras facetas. Como participação constante em eventos diversos, onde leva-se a empresa para a rua. Onde a empresa sai de sua fortaleza e arrisca-se no mercado, no front. Onde pode ser percebida e tocada. Mesmo o site da empresa pode ser sua tangibilização. Se ao invés dos tradicionais "quem somos" tivermos lá farta documentação fotográfica mostrando a verdadeira cara da empresa. Vídeos (por que não ?) com depoimentos de funcionários e clientes. Não, ninguém tá muito interessado em ver a cara do dono da empresa, ou um vídeo em que ele lê um texto minuciosamente preparado para não dizer coisa alguma que revele a verdadeira alma da corporação.

Aqui a fórmula encontra seu ápice no seu terceiro elemento, que une os dois anteriores. Um verdadeiro líder fala através de seus comandados. Consegue criar uma rede infinita que leva adiante a mesma mensagem, o mesmo ideal e os mesmos valores. Valorizar a equipe, tornando-a tangível, visual, visceral é dar a oportunidade de o público alvo da empresa se envolver por ela, criando um vínculo que só é capaz através do carisma da companhia. Já falei aqui e repito, a venda profissional é um processo de conquista de confiança pessoal. E o carisma de uma empresa não está em seus móveis e, acreditem, não está no seu presidente.  O carisma de uma companhia está em seus corredores, em especial nas pessoas que transitam nele, presidentes inclusos.

Certamente existem outras fórmulas para se chegar ao mesmo objetivo que não a PCT. O que não pode é uma empresa ter o jeito do De Rossi, jogador italiano que na copa abriu a cara de um colega de profissão americano com uma bela cotovelada ainda na primeira fase do mundial. E se não fosse o "replay", se fôssemos só pela sua dissuadida expressão acreditaríamos piamente na sua inocência. Não lembra ás vezes o dia a dia corporativo ? Não, não precisa ser assim.

Melhor bussundar de vez e se for para aprontar alguma que seja a la Bussunda. Com a cara deslavada e sincera, na lata. Mas com aquele sorriso carismático que não deixa dúvida sobre as intenções por trás das cores, do riso e das pessoas.
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