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Esporte como pauta estratégica do país

Esporte como pauta estratégica do país

Por: | 04/09/2012

daniel@mundodomarketing.com.br

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No último sábado, dia 1°, reuniram-se no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, executivos, atletas e políticos do país para discutir os desafios do Brasil para se tornar uma potência mundial. A organização foi do Lide (Grupo de Líderes Empresarias), chefiada por João Dória Jr., e contou, pela primeira vez, conforme testemunharam os organizadores, com a presença de três ministros em um evento deste tipo. Foram eles: Aldo Rebelo (Esportes), Aloizio Mercadante (Educação) e Alexandre Padilha (Saúde).

A Lei de Incentivo ao Esporte foi um dos assuntos mais discutidos no evento. Para Aldo Rebelo, uma de suas metas é convencer os empresários brasileiros aumentarem substancialmente a destinação dos impostos aos programas do seu ministério.

Sancionada em 2006, a Lei tem como principal objetivo estimular pessoas físicas e jurídicas a patrocinar e fazer doações para projetos olímpicos e paralímpicos, em troca de incentivos fiscais.

Com a proximidade da Copa das Confederações (2103), Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), as empresas e entidades que incentivarem o esporte podem ter alto retorno de visibilidade nacional e internacionalmente. Esse é o argumento do Ministério do Esporte para triplicar os resultados nos próximos quatros anos. Só em 2011, a arrecadação fechou em cerca de R$ 220 milhões.

Para alavancar o desempenho, o desejo é de abrir ainda mais o leque de possibilidades. Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), sugeriu aprimoramento da própria Lei. "A nossa ideia é que as empresas com lucro presumido, e não apenas as que tem lucro real, também possam contribuir com a Lei. É um caminho para ter mais empresas participando", disse durante o debate.

Integração dos ministérios

Para se ter resultados melhores em eventos esportivos internacional e melhorar a qualidade de vida da população brasileira, ficou claro, durante o evento, a necessidade de unir esforços entre os ministérios da Educação, Saúde e Esporte. O que confirma isso é a presença dos seus maiores representantes no debate.

Segundo Rebelo, os três ministérios já realizam um processo avançado de integração. "Além disso, acabei de assinar uma portaria com Celso Amorim (da Defesa). Pois esse ministério possui muita experiência em educação física", informou.

Os esforços também começam a gerar outras possibilidades de parcerias. Como, por exemplo, a pasta do Esporte fechou acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Ao qual, a SBC tem como prioridade valorizar o esporte, por se tratar do grande fator de convencimento das pessoas para cuidar de suas próprias saúdes.

 

O esporte pode transformar o país

O ex-secretário de esportes da capital paulista, Valter Feldman, em sua participação, ressaltou a necessidade de se criar uma "Política Nacional do Esporte". E um dos modelos a ser seguido poderia ser da China. Lá, a determinação é de que os estudantes realizem, ao menos, uma hora por dia de práticas físicas.

Para o Ministro, investir no esporte significa ter uma sociedade mais equilibrada. "Ao construir uma nova e simples quadra esportiva, eu vejo mais do que a felicidade da criança. É possível detectar a alegria da mãe que vê uma nova oportunidade para o seu filho", declarou.

 

Rio 2016

Aldo Rebelo ainda se mostrou otimista para os resultados das Olimpíadas que acontecerão no Rio de Janeiro em 2016: "É possível melhorar o desempenho do Brasil em algumas modalidades".

Marcus Vinícius (COB) confirma ser possível aumentar o número de medalhas nos próximos Jogos Olímpicos. Além de manter os resultados em esportes vitoriosos como: vôlei, judô, natação e vela. O país também pode conquistar bons resultados em outras modalidades individuais e coletivas.

"Podemos chegar entre os `Top 10´, mas temos que ganhar medalhas em esportes em que não temos tanta tradição", finalizou o executivo. Em sua conta, ele divide em modalidades vitais (aquelas que já ganhamos medalhas, tradicionalmente); potenciais (que já apresentam bons resultados atualmente); contribuintes (esportes que têm talentos individuais) e legados (aqueles poucos praticados em terras tupiniquins, como Rugbi e Hoquei na Grama).

 

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