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Relação Brasil-Estados Unidos no e-mail marketing

Maior maturidade dos conceitos e tendências nos EUA

Por: | 04/09/2012

pauta@mundodomarketing.com.br

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Maior maturidade dos conceitos e tendências nos EUA faz com que a comunicação entre remetente, provedor e usuários deva ser mais comprometida pelas empresas brasileiras. Segundo dados da Return Path, a média global de ingresso na caixa de entrada é de 81%, sendo de 86% nos Estados Unidos. Já no Brasil, essa taxa é de 64%, o que aponta uma diferença de 17 pontos percentuais da média global e de 22 da média dos Estados Unidos. Esses números podem representar um dos fatores que grande parte dos especialistas acredite que o mercado brasileiro está três anos atrás do mercado norte-americano em se tratando de e-mail marketing.
 
É notória a dificuldade que as companhias brasileiras ainda encontram para se relacionar, principalmente quando se trata de provedores. "No Brasil, vemos as caixas de lixo eletrônico cada vez mais cheias. As empresas ainda encontram dificuldades em atingir corretamente o consumidor. Já os Estados Unidos têm regras mais claras quanto à permissão de marketing direto e essa legislação acaba balizando todo o mercado", explica Marcos Hiller, coordenador do MBA Gestão de Marcas da Trevisan Escola de Negócios.
 
Apesar de ser uma ferramenta que permite um alto nível de mensuração e personalização, o e-mail marketing vem sofrendo constantemente com esse panorama. "As empresas que investem em e-mail marketing preocupam-se demais no desenvolvimento da campanha, em ter uma peça atraente e de conteúdo relevante e acabam deixando para trás o ponto principal de qualquer ação: o público-alvo", comenta Hiller.
 
Para Alexandre Wyllie, diretor de Marketing Services da Experian América Latina, as principais dificuldades que o mercado brasileiro vem enfrentando estão diretamente relacionadas aos conceitos aplicados em outros países e que ainda não são totalmente utilizados no mercado local. "Quando falamos em e-mail marketing no Brasil, a maior tendência é engajamento. No entanto, esse aspecto já passou por um bom período de amadurecimento nos Estados Unidos, e chega aqui com grande parte dos principais servidores já preparados para atuar nesse sentido, o que faz com que tenhamos sempre dificuldades de alcançar a taxa de entregabilidade nos mesmos padrões de mercados maduros se não atuarmos corretamente", afirma.
 
O especialista da Trevisan adianta o próximo conceito que está para desembarcar: o marketing de permissão. "Devemos partir da premissa de que tudo o que tem uma permissão do usuário para a abordagem será muito melhor recebido. O marketing de permissão trata disso. O spam está classificado no nível de permissão 0, por exemplo. As empresas precisam encontrar uma forma correta de se comunicar e receber a autorização para tais contatos", finaliza Hiller.
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