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Zara denunciada por trabalho escravo

Por: | 17/08/2011

pauta@mundodomarketing.com.br

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Depois do caso da Arezzo, agora foi a vez de outra rede de varejo de roupas entrar na mira das denúncias. Ontem, dia 16, o programa "A Liga", da TV Bandeirantes, apresentou um documentário sobre "trabalho escravo" no Brasil. Apesar de parecer coisa do passado, estima-se que 12 milhões de pessoas trabalham em condições análogas à escravidão. A reportagem mostra casos de carvoarias, contruções civis e outros tipos de negócios que exploram a mão de obra nessas condições no Brasil.

E, de repente, em meio à uma visita do ministério do traballho a uma confecção de roupas que foi denunciada, uma surpresa: várias pessoas trabalhando em condições desumanas na fabricação de roupas da loja Zara, rede europeia de moda. O programa "malhou" a Zara por um bom tempo explicitamente. Mostrou costureiros vindos da Bolívia que não estavam registrados, trabalhando em condições totalmente inadequadas e ganhando muito pouco (R$ 0,26 por calça jeans que costuram, por exemplo).

O programa inteiro já está disponível no Youtube. Vejam alguns trechos abaixo (assista a partir do 1'03''):


Uf... que dureza, hein? O caso ficou no TT do Twitter um bom tempo ontem à noite e trouxe um enorme prejuízo para a imagem da marca. Em tempo: no fim do programa, a representante da empresa alegou que esse é um caso isolado e que as providências já foram tomadas para corrigir o problema (veja o vídeo aqui, a partir do 7'22''). Mas depois de quase uma hora de exposição negativa, não tem discurso que consiga fazer milagre.

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