O poder das marcas regionais | Mundo do Marketing

Publicidade

Patrocínio

Publicidade
Publicidade
Mundo do Marketing Inteligência

Blogs

Consumo e Inovação

O poder das marcas regionais

Pesquisa

Por: | 11/10/2010

bfurtado@aliasite.com.br

Compartilhe

Jaime Troiano do Grupo Troaino de Branding apresentou no Maximídia 2010 uma pesquisa sobre o Poder das Marcas Regionais. A inspiração do estudo ancora-se na representatividade destas marcas em categorias como alimentos, higiene, limpeza e bazar que atinge 34% segundo a Nielsen. Este montante que varia de acordo com a categoria e a região, atingindo 45% no nordeste por exemplo.

 

Jaime falou com a propriedade de quem auxiliou a construção, fortalecimento e expansão de marcas de todas as regiões do Brasil em todos os anos de atuação do Grupo Troiano. O estudo que teve base quali e quanti avaliou marcas no Rio Grande do Sul, Minas e Pernambuco e estratificou o impacto destas marcas na Pirâmide de Auditoria de Marca ferramenta inspirada na Pirâmide de Maslow. O nível mais alto que uma marca pode atingir é o da Idealização, patamar em que as marcas conseguem que seus consumidores sejam seus advogados. O histórico de pesquisas com mais de 600 marcas no Brasil do Grupo Troiano ensinou que 9% dos consumidores brasileiros idealizam marcas. Com base neste patamar a pesquisa mostrou que:

 

- 45% dos gaúchos idealizam a Panvel(farmácia/drograria);

- 12% dos  gaúchos idealizam o Zaffari(hipermercado);

- 20% dos mineiros idealizam a Aymoré(biscoitos)

- 24% dos mineiros idealizam a Vilma(massas)

- 39% dos mineiros idealizam a Drogarias Araújo;

- 29% dos pernambucanos idealizam o Hipercard (cartão);

- 58% dos pernambucanos idealizam a Indaiá (águas).

 

Estes resultados não são superiores apenas em relação à média nacional (9%) mas também em relação às marcas com as quais foram comparadas sejam nacionais ou não oriundas da região. Segundo Troiano as razões das marcas regionais serem tão fortes são: a questão logística ou a proximidade entre a produção e o consumo, o apartheid mercadológico, ou a falta de conexão com os valores locais de marcas nacionais geridas no eixo Rio/São Paulo, a proximidade e conhecimento da cultura local, o sentimento de pertencimento que estas marcas geram, a preservação da identidade local e a confirmação da presença e da auto-estima.

 

Jaime nos ensina que acima de tudo as marcas regionais tornam-se poderosas por meio da atenção, calor humano, acolhimento e carinho com que relacionam-se com seus consumidores. Afeto é então diferencial competitivo.

Comentários

Acervo

Voltar ao Topo

Copyright © 2006-2018.

Todos os direitos reservados.

Assine o Mundo do Marketing Inteligência

Copyright © 2006-2018. Todos os direitos reservados. Todo o conteúdo veiculado é de propriedade do portal www.mundodomarketing.com.br. É vetada a sua reprodução, total ou parcial sem a expressa autorização da administradora do portal.

Auditado por: Metricas Boss