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Marca como ferramenta de negócio

Vou dividir com vocês algumas ideias do curso avançado sobre Branding do grupo Troiano

Por: | 25/08/2010

redacao@mundodomarketing.com.br

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Marca existe como ferramenta de negócio. Esta é a principal reflexão da primeira aula do Curso Avançado de Branding. Semanalmente, vou publicar algumas das minhas impressões sobre o curso realizado pelo Grupo Troiano, que começou na última semana, com lotação máxima de 80 alunos de empresas como Amil, Banco do Brasil, Claro, Extra, Google, Henkel, Itaú, Kimberly Clark, Kraft, Nestlé, O Boticário, PepsiCo, Sadia, entre outros.

A despeito do discurso de que marca é algo vago, basta comparar o preço de um par de brincos comprados no Walmart ou na Tiffany. E, ainda dentro do Walmart, rede que tem lojas com capacidade para até 100 mil produtos diferentes, o que ajudará o consumidor a escolher por um? A marca. Vejamos outro caso citado por Fernando Jucá, Sócio-Diretor da Troiano. Em uma visita a um parque aquático na Disney, não eram as baleias que chamavam a atenção, mas um pequeno peixe igual ao personagem Nemo. "Essa é a prova de que 5cm de marca mata 5 toneladas de commodities".

Alguns aprendizados:

1) Marcas são uma suprema ferramenta de negócios. Exemplo: o brinco comprado no Walmart x na Tiffany.

2) Marcas ajudam o consumidor. Exemplo: escolha de um produto no supermercado.

3) A lição de humildade. Conhecer o consumidor é fundamental, fazendo pesquisa.

4) Tudo pode ser "branded". A empresa Transbank, de carro forte, faz branding. Por que? Sua marca precisa inspirar confiança e segurança, a exemplo dos bancos.

5) Tudo o que a empresa faz afeta a marca. Todos os pontos de contato constroem a imagem dela, desde o atendimento para compra até o pós-venda.

6) Marcas e projetos de felicidade. A marca serve como ponte do Eu presente e o Eu futuro.

7) Marcas como fonte de integração social. Num mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo e muitas opções de escolha, as marcas têm o poder de reintegrá-las. Elas emitem sinais que evidenciam uma tribo, como de esportistas, exemplificada pela Nike.

8) A era da paridade técnica entre produtos e serviços concorrentes. Se dois produtos são semelhantes em suas características e preços, o que faz a diferença é a marca.

9) A proteção contra o imponderável. Uma marca forte consegue blindar a empresa quando há uma crise. Exemplo: acidentes da Tam.

Com tudo isso, a marca já faz parte da preocupação diária de um CEO moderno. Pesquisa da Troiano indica que 85% dos CEOs das maiores empresas do país acreditam que a marca é o ativo intangível mais valioso de uma empresa. Para eles, ela agrega valor, diferencia da concorrência, atesta qualidade, impulsiona vendas e melhora as margens e dá visibilidade para a empresa.

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