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Transferência de Criatividade

Devemos olhar para outros setores

Por: | 18/06/2017

bfurtado@aliasite.com.br

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Duas palestras do Festival Internacional da Criatividade transferem aprendizados de um campo de conhecimento para outro para criar ideias disruptivas. A palestra "Criatividade na Idade Autônoma" com Bjarke Ingels, o arquiteto dinamarquês do escritório de mesmo nome, mostra porque ele é tido como um inovador cultural. A proposta arrojada e futurista de seus projetos é fruto da hibridização de elementos que não combinam entre si, pelo uso de formas da natureza nas edificações, pela experimentação bem humorada e lúdica (ele considera a arquitetura usual muito chata), pela integração de soluções antigas com novas, produzindo projetos improváveis e surreais, pelo entendimento dos projetos como ecosistemas e não edificações. Ilustrando este post seu projeto para mudar o aprontam de Manhatan em Nova York. Fica a sugestão para você pesquisar este profissional de criatividade autoral que a arquitetura de grande porte prescindia desde o falecimento da arquiteta iraquiana Zaha Hadid. Um escândalo criativo que merece a atenção de todo profissional de marketing. 

Na palestra "Apetite Criativo" a agência japonesa TBWA Hakuhodo inspirou-se na gastronomia para trazer provocações  ao processo criativo. A Hakuhodo é uma agência de projetos multiplataformas que trafega em projetos de design, live marketing, comunicação integrada, arquitetura e a disciplina que for necessária para promover o negócio de seus clientes. O paralelo com a gastronomia trouxe a inspiração da imperfeição como um estímulo aos sentidos, a falta como um elemento que aguça o apetite criativo. E deste paralelo estabeleceram pontos em que a imperfeição cria o excepcional. O princípio é que a falta, a imperfeição e as limitações estimulam possibilidades que seriam inimagináveis em um contexto de excessos, sejam de informações, de elementos ou de recursos. E da limitação nasce a inspiração: a experiência imperfeita para levar a perfeita compreensão de diferenciais, limitar a informação para estimular o apetite, informação imperfeita para aguçar a imaginação, ambiente imperfeito para criar uma experiência imersiva, contexto imperfeito para aumentar a curiosidade e celebrar a imperfeição para angariar a simpatia das pessoas. E aqui dois projetos da agência que se originaram no contexto imperfeito: um pra Tiffany em que a agência criou uma instalação digital  para projeção de histórias nas mãos de casais para o Dia dos Namorados na loja de Gynza em Tokyo (). E outro para a Nissan para fazer com que as pessoas tenham uma imersão na tecnologia Pro Pilot- desenhada para carros autômatos mas que foi inserida em cadeiras que foram colocadas em Tokyo em lugares em que há normalmente filas e a espera é longa.

Um dos aprendizados destas duas palestras é o estímulo para olharmos outros setores, outras áreas de conhecimentos, outros horizontes além daqueles que costumamos nos apoiar para encontrar soluções realmente inovadoras para as empresas que atuamos. 

Por Beth Furtado, Direto de Cannes para o Mundo do Marketing

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