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A nova fase dos Shopping Centers

Varejo

Por: | 03/06/2011

bfurtado@aliasite.com.br

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Enquanto em alguns países o negócio de Shopping Centers passa por desafios, no Brasil o setor continua em crescimento e entra na etapa de expansão para o interior. Em 2011, o número de shopping centers em municípios menores deve ultrapassar o das capitais pela primeira vez. A busca por novos mercados contempla municípios entre 150 mil e 300 mil habitantes estimulada pela dificuldade de grandes terrenos nas capitais e pelo crescimento da classe C. Hoje o público dos shoppings é concentrado nas camadas mais altas de renda. Estas são movimentações sinalizadas pelas duas entidades do setor, ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) e ALSHOP (Associação de Lojistas de Shopping Centers). Segundo a ALSHOP, o país fechou 2010 com 744 shoppings enquanto que para a ABRASCE, o número é menor (408), porque são considerados apenas os que têm área vendável superior a 5.000 m2. As entidades estimam em 124 (ALSHOP) e 56 (ABRASCE) os empreendimentos em construção. O setor que hoje representa entre 16%(ALSHOP) e 18,3%(ABRASCE) do varejo pode ter seu resultado e performance ainda mais potencializados se passarem por uma revisão do formato.

Recentemente participei de um evento da Consltoria GS&MD, em que foi feita uma apresentação fantástica do Luiz Marinho, da BrandWorks, o grande especialista em shopping centers no Brasil. Marinho participou do evento RECON, o encontro norte-americano do setor, realizado em Las Vegas agora em junho, onde mapeou as grandes tendências dos shopping centers. Uma delas é a mudança da âncora de lojas para entretenimento e restaurantes que oferecem gastronomia de primeiro nível, principalmente nas operações premium. Outro movimento importante sinalizado por Marinho é a  evolução do modelo caixote fechado para áreas que oferecem experiências envolventes como praças abertas no último andar, espaços de estar que recebem iluminação natural, áreas de conveniência, entretenimento para crianças em ambientes lúdicos externos e até mesmo cinemas com drive in no último andar, como o Shopping Menlyn Park, em Pretoria, na África do Sul.

Outros exemplos citados por Marinho são os shoppings Town Square, em Las Vegas (fotos que ilustram o post), Liverpool One, no Reino Unido, Antara Polanco, na Cidade do México, Parque Arauco, em Santiago e, no Brasil, o Norte Shopping no Rio e o Pátio Higienópolis em São Paulo. Se hoje os brasileiros já são fãs do formato, imaginem a adesão que estes centros comerciais conseguiriam angariar com estas inovações.

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