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A Marca como Religião

Branding

Por: | 02/07/2009

bfurtado@aliasite.com.br

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Este post é fruto da tese de MBA em Branding da Paula Warick, da Consultoria Gouvêa de Souza e já foi alvo de reflexão de alguns autores como Martin Lindstrom. Segundo este estudo, há semelhanças entre a relação com marcas e a relação com a religião.  

Um dos elementos de aproximação entre marcas e religião é a fé e a crença que os consumidores depositam em marcas que admiram. Sabemos que é por meio da escolha das marcas que os consumidores definem e expressam sua identidade. Outro elemento em comum: algumas marcas são idolatradas e seus  clientes mais fiéis tornam-se defensores apaixonados. Esta idolatria chega ao corpo: há pessoas que tatuam logomarcas de empresas em sua pele, como acontece com a Harley Davidson. Outra característica similar entre marca e religião, marcas possuem líderes carismáticos como o Steve Jobs da Apple ou o Abílio Diniz do Pão de Açúcar. E tanto marcas, quanto religiões possuem expressão importante por meio de símbolos e ícones.

Os símbolos são tão intensos, que algumas marcas até dispensam o uso do nome, como é o caso da Nike. Tanto a religião quanto marcas emblemáticas desenvolvem comunidades como as que vemos no orkut, algumas com puras declarações de amor, outras para cobrar a falta de reciprocidade deste amor .  Ambas possuem templos, afinal de que outra forma definir a loja da Apple na Quinta Avenida em Nova York?  Como as religiões, marcas contam histórias e desenvolvem lendas. Algumas marcas contam histórias, outras estórias..pena. E como a religião, marcas possuem mistérios.

Por exemplo, qual é a fórmula da Coca-Cola ou do fermento do panetone Bauducco?  Existem evangelistas da marca que propagam suas novidades e acompanham o que acontece o tempo todo. Porque amam o que a marca faz. É.. este é um fato, há amor, paixão e reverência entre algumas pessoas e suas marcas. Nem sempre correspondido. O fato é que  nenhuma marca consegue dar  sentido à vida ou preencher o vazio imenso que muitos sentem na atualidade e o expressam por meio de consumo desenfreado. O pior é que algumas religiões também não.

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