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O futuro da mídia, do conteúdo e da distribuição de comunicação

A atenção já está fragmentada há algum tempo, as pessoas estão cada vez mais conectadas hoje em dia. Mas, e a sua marca? Como irá reagir a este novo cenário?

Por | 03/11/2014

pauta@mundodomarketing.com.br

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Muita coisa mudou. E muita coisa ainda vai mudar. Se há uma constante nos dias atuais, esta é a mudança. Ainda mais quando falamos de comunicação no meio digital, são inúmeras as possibilidades de segmentação que temos hoje em dia, muito além da tradicional demografia. Também são vários os formatos, áudio, vídeo, texto, imagem. As fontes de conteúdo e plataformas surgem e também se modificam diariamente. Todo este cenário traz para agências e anunciantes um novo desafio. É importante ressaltar que não estamos falando de um futuro tão distante, muito deste impacto já deve se refletir no sucesso ou não das estratégias de comunicação das empresas no próximo ano.

Alguns termos como segunda tela, mídia programática, native advertising, real-time communication & optimization, deixaram de ser conceitos futuristas e improváveis para se tornarem práticas comuns em mercados maduros. E isso tudo já bate em nossa porta e com certeza irá mudar e moldar a maneira como fazemos comunicação. Já não faz mais sentido ter uma comunicação em ondas, ou concentrada, enquanto nós, consumidores, estamos sempre conectados. Se o seu consumidor é always on, porque a sua marca não?

É preciso reconhecer que as pessoas não fazem distinção entre aquilo que é on e aquilo que off. Seja com amigos, família, conhecidos, colegas de trabalho ou amigos. E não é diferente na relação das pessoas com a sua empresa. A fronteira entre o presencial e o virtual é muito tênue. Tão tênue que às vezes até deixa de existir. E diante deste cenário, cada vez menos haverá fronteira entre o conteúdo e a mídia. Isto é uma oportunidade, pois as marcas não tem um único horário nobre, mas podem entender melhor os hábitos de consumo de mídia dos seus consumidores para atuarem de maneira contextualizada.

Por outro lado, o desafio da construção de relevância ficou ainda maior, pois junto com a oportunidade de estar mais próximo do conteúdo as marcas deixaram de competir somente com os produtos de sua categoria. Mas, competem com outras categorias. Outras indústrias. E também com as outras pessoas. Sim, dentro das novas plataformas de comunicação (Google, YouTube e Facebook, por exemplo) a sua mensagem compete com as fotos de ontem de um amigo, ou então com uma notícia que um colega da sua empresa compartilhou, com clipes de música. Enfim, tudo compete com tudo.

Considerando isso tudo, anunciantes e agências precisam ter uma estratégia muito forte e baseada em conteúdo e contexto. Apesar de toda a história da publicidade estar associada ao conteúdo, vivemos um novo momento. Onde as marcas precisam prestar um serviço, precisam entreter o usuário por meio de seu conteúdo. E é aqui que a mídia e o conteúdo precisam se encontrar. Todo o pragmatismo que as plataformas de big data trouxeram e que as ferramentas de mídia hoje entregam, precisam estar próximas e contaminar a todo momento a criação.

É preciso entender que uma mesma marca, dentro de um mesmo posicionamento. Pode e precisa aparecer diferente para o seu consumidor em diferentes momentos. Seja durante a semana ou durante o final de semana (quando estamos conjugando o criativo com a variável tempo), mas sua mensagem pode se adaptar para a maneira como a sua audiência está conectada.

Exemplo, se o usuário está conectado por meio de uma internet de baixa velocidade, talvez aquele vídeo super legal que você fez não vai ser assistido naquele momento, afinal vídeo em conexão lenta ninguém merece, né? Entretanto, se ele estiver conectado em uma internet com alta velocidade, o seu vídeo passa a ser uma experiência interessante.

O número de variáveis para segmentação só vai aumentar com o tempo, com o lançamento e desenvolvimento de novas tecnologias. E é aqui que para mim mora o futuro da mídia, do conteúdo e da distribuição de comunicação. Exatamente, na capacidade de entender a jornada do seu consumidor, encontrar a sua relevância dentro da discussão que está acontecendo agora, em tempo real, e criar a sua mensagem de maneira personalizada com base em todas as informações disponíveis sobre aquela audiência.
 

Por: Vitor Elman

Publicitário e Sócio da agência Cappuccino Digital


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