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Diálogos entre Open e Personal Data

Estamos caminhando para a abertura de um novo mercado com foco na integração, gerenciamento e compartilhamento das informações abertas por pessoas, governos e empresas

Por | 12/02/2014

pauta@mundodomarketing.com.br

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Nos dias de hoje podemos considerar open data todo aquela informação que é pública e aberta, gerada por órgãos públicos e sócio-demográficos. Segundo levantamento do Mckinsey Global Institute , são quarenta países representando um milhão de data sets mundiais, ou seja, conjunto de banco de dados abertos. Sendo assim, há a possibilidade de um potencial de lucro de três trilhões de dólares somente com dados abertos e crescimento de 50% sobre o potencial valor sobre o consumidor.
 
Podemos descrever open data como aqueles dados  livres que nós dão acesso através da sua facilidade de transferência e sua forma líquida, ou seja, que conseguimos codificar as informações e torná-las  utilizáveis para um determinado fim.  
 
E  é aí que entra o trabalho do Personal data, que compila e interpreta qualitativamente e quantitativamente toda a informação coletada e compartilhada desses dados para que ocorram melhoras em diversos serviços, como exemplo informações médicas.
 
Atualmente, temos diversos formatos e modelos de dados abertos variando de utilidades como energia, trêns, estacionamento e dados líquidos provenientes das mídias sociais.
 
Simultaneamente, estamos vivenciando um crescimento exponencial proveniente de alguns movimentos como a geração de melhores serviços e produtos personalizados, empresas com foco em análise de big data focando na transparência e integração para a melhor tomada de decisão.
 
Neste diálogo constante entre personal e open data, o consumidor é um dos primeiros beneficiados, pois, por meio destas informações, o usuário e as empresas terão conhecimentos sobre comparações de preços ou transporte público, entre outras.
 
Na contramão, porém, nos encontramos em um cenário onde a Personal data serve como ferramenta de apoio para diversas empresas. Ele disponibiliza serviços e produtos de acordo com as preferências individuais ou novos padrões comportamentais Aqui há um limite tênue entre o direito de privacidade e os benefícios indiretos provenientes deste trabalho.
 
A partir do momento que estamos lidando com dados abertos provenientes de diversos canais, também ampliamos os riscos em relação a reputação e com a perda de controle de informações confidenciais. O Governo tem um papel essencial de estabelecer um marco regulatório em relação à open data.
 
Estamos caminhando para a abertura de um novo mercado com foco na integração, gerenciamento e compartilhamento das informações abertas, acompanhado de novas políticas de acesso.

Por: Tatiana Tosi

Pesquisadora de tendências e comportamentos sociais digitais, com ênfase em Netnografia. Pós-Graduada em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP). Especialista em Inteligência Competitiva nas Redes Sociais pela Fundação Getulio Vargas (SP). Hoteleira, formada pela SHA Les Roches Management School (Bluche, Suíça).Professora de Netnografia ? Comportamento do Consumidor Digital nas seguintes cursos: MBA em Gestão Empreendedora em Marketing Digital ? B.I Internacional, Pós Graduação em Estratégias Digitais, Redes e Mídias Sociais ? Sustentare Escola de Negócios, Pós-Graduação em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais ? Senac São José dos Campos e Pós-Graduação em Marketing Digital e Negócios Interativos ? ILADEC Campinas.


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