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O gato subiu no telhado

O uso de ferramentas sociais já é uma realidade e cada vez mais fará parte da estratégia de empresas. Porém, precisa ser feita de forma consciente e planejada em cada uma de suas etapas.

Por | 15/07/2009

bruno@mundodomarketing.com.br

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Por Stephania Fincatti*

Em tempos de crise, o que mais se escuta nos corredores é a premissa que para sobreviver a empresa precisa ter ações de marketing inseridas na web 2.0. As redes sociais aparecem como o estandarte dessa iniciativa, porém, sem uma ação muito bem definida e um conteúdo relevante, o resultado pode ficar longe do planejado.  O segredo é simples e esta nos detalhes em como planejar, organizar, dirigir e principalmente acompanhar os resultados. O primeiro passo é responder qual a finalidade e o resultado que você espera obter atuando em redes sociais?

Hoje em dia as redes sociais são vistas como um meio de gerar oportunidades para as empresas estreitarem a comunicação com seus clientes e melhorarem a sua visibilidade no mercado. Números positivos atraem ainda mais os olhares dos executivos e colaboram para a ansiedade na implementação de qualquer ação, afinal, o Brasil é o país com a maior penetração de redes sociais. Das pouco mais de 22 horas em que o internauta brasileiro está on-line, 6 horas são destinadas para as redes sociais como Orkut e Facebook, sendo que 80% usuários de web brasileiros acessam estes sites de relacionamento. Diante dos números, como aceitar que sua empresa esteja fora desse mercado?

No ímpeto de colocar pelo menos uma ação em pratica é que mora o perigo. Os executivos determinam que os produtos tenham componentes da web 2.0. Surge a demanda "da vez", mobiliza-se a equipe, aloca-se recursos e inicia-se um processo auto destrutivo de tentar produzir uma ação no menor tempo possível, nesse fluxo alguns detalhes como a finalidade da ação e relevância de conteúdo acabam sendo esquecidos.

Corre-se assim o risco comum de qualquer ação mal planejada. A falta de foco e objetivos definidos eleva o custo, o prazo de execução e conseqüentemente a frustração da ação. O pouco histórico disponível colabora para tornar a ação alvo de dúvidas após sua execução. Vale lembrar que ainda hoje muitas empresas não sabem como usar o Orkut, ou mesmo o Facebook, MySpace e o Twitter a seu favor.

O uso de ferramentas sociais já é uma realidade e cada vez mais fará parte da estratégia de empresas. Porém, precisa ser feita de forma consciente e planejada em cada uma de suas etapas. Não se renda a pressão de ter que executar uma ação, simplesmente porque os números sinalizam positivamente, ou porque é a tendência do momento. Tenha muito claro seu objetivo, defina qual a melhor estratégia, qual público ira atingir, avalie recursos e tempos necessários. Um conteúdo relevante é fundamental para gerar um retorno positivo para a empresa e abrir um diálogo interessante e transparente com seu cliente. Evite que o gato suba no telhado e você fique olhando sem saber o que fazer.

* Stephania Fincatti é graduada e pós-graduada na FGV, com especialização em branding pela ESPM e MBA em Marketing Digital.

Por: Stephania Fincatti




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