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O que vem por aí no E-commerce?

Ainda há muito espaço para o crescimento de setores como o de vestuário

Por | 27/10/2010

pauta@mundodomarketing.com.br

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Por Sandra Turchi*

O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% ao ano nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase R$ 25 bi em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.

A quantidade de internautas no Brasil é superior à população de muitos países, como França, Itália e Espanha. Esses dados justificam a busca crescente de novos varejistas por participar desse universo de oportunidades.

Notamos o fortalecimento de grandes operações como Grupo Pão de Açúcar, Grupo B2W, Walmart, Carrefour, Magazine Luiza, entre outros. Porém, o principal movimento que percebemos hoje é a entrada de pequenas e médias empresas, seja para vender on-line, ou ao menos, divulgar suas campanhas e depois estabelecer seu negócio virtual.

Os clubes de compras, como ClickOn, Peixe Urbano, e o Save Me - que reúne a oferta de todos os clubes - demonstraram a força da web, inclusive para empresas que nem têm um site formatado ainda. Essas empresas, ao publicarem ofertas relevantes para os consumidores, puderam vender grandes lotes de produtos e, principalmente, de serviços, em curtíssimo espaço de tempo, gerando conhecimento de sua marca, trazendo novos clientes e novo faturamento.

No entanto, as novidades não param por aí. Para outros negócios, as melhorias que podem ser feitas na exposição dos produtos ainda trarão excelentes resultados, como é o caso do setor de vestuário, muito desenvolvido nos EUA (sendo uma das principais categorias vendidas), pois já tinham tradição na venda por catálogos, e que migrou para a web, mas também porque lá existe um excelente sistema de numeração, o que não ocorre aqui.

Para facilitar a escolha dos clientes, sites investem em tecnologia para otimizar essa apresentação, utilizando, por exemplo, realidade aumentada, sistema em 3D (que exige monitores adequados), entre outras novidades, fazendo com que o cliente possa visualizar melhor os itens que tem interesse em adquirir. Além disso, fotos de boa qualidade, que podem ser ampliadas por zoom e permitem ver detalhes do tecido, da costura e do acabamento, também são fundamentais.

Embora a categoria ainda represente apenas 2% das vendas via web no Brasil, segundo a consultoria e-bit, com essas e outras inovações que aprimoram a experiência de compra do consumidor, como ainda o aperfeiçoamento dos padrões de numeração é possível afirmar que há muito espaço para o crescimento também dessa categoria.

* Sandra Turchi é  Superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo, Coordenadora do curso "Estratégias de Marketing Digital da ESPM" e  VP de Marketing da ABRAREC. blog: www.sandraturchi.com.br  www.twitter.com/sandraturchi

Por: Sandra Turchi

Sócia-Diretora da Digitalents, professora da ESPM e especialista em Marketing Digital e E-commerce






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