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Em ano de Pan, cabe a dúvida: O que falta na Gestão e na prática do esporte?

Em ano de Pan, cabe a dúvida: O que falta na Gestão e na prática do esporte?

Por | 10/04/2007

pauta@mundodomarketing.com.br

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Em ano de Pan, cabe a dúvida: O que falta na Gestão e na prática do esporte?

Por Marco Bechara*

O Objetivo desse artigo é nos fazer refletir sobre qual o papel do esporte na sociedade e o que as Grandes Organizações esportivas vem fazendo de suas gestões.

O esporte é um fenômeno social de perspectivas humanizantes, que se identifica como atividade predominantemente física, carreada de valores sociais e morais, estabelecidas em condições formais, não formais e informais.

Para acreditar nessa afirmação anterior, é necessário entender os seguintes postulados:

• O esporte faz parte da cultura histórica da humanidade;
• O esporte é hoje praticado em todos os continentes;
• Todas as nações fazem questão de participar das grandes festas esportivas;
• O esporte é um fenômeno humano, pois lida com os valores da natureza humana (curiosidade, competitividade, orgulho, egoísmo, cooperação, etc.);
• O esporte é um fato cultural (formas diferentes de práticas);
• No esporte ocorrem todos os problemas sociais (problemas: comerciais, jurídicos, administrativos, etc.);
• O esporte, bem como a sua prática, está contido nos valores de todos os seres humanos, seja da forma receptiva ou da forma ativa;
• O esporte nasceu no lúdico, manifestando-se pelo jogo (com outros ou consigo mesmo);
• Ele sofre e produz efeitos no contexto econômico, além de ser uma atividade economicamente ativa de qualquer nação;
• Ele é um fenômeno político, pois suas relações, por muitas vezes, canalizam aspirações de uma nação;
• Sua prática demonstra relações de Poder;
• Como todo fenômeno, o esporte interfere no desenvolvimento social de uma nação e retrata a cultura de seu povo;
• O esporte apresenta uma forte vertente educacional proporcionando formas diferentes de prática: Formação (Acontece nas relações do ambiente escolar, objetivando o desenvolvimento integral do homem como um ser autônomo, democrático e participante e cidadão), Participação (Acontece em qualquer ambiente propício a ludicidade) e Rendimento (Acontece em ambiente formal, com regras pré-estabelecidas e reconhecidas por entidades representativas, e tem o caráter competitivo).

Entender o esporte como fenômeno social é admitir que ele é necessário para o desenvolvimento de qualquer nação e que o mesmo tem o compromisso de gerar LEGADOS para o progresso humano! Legados, não só de infra-estrutura das práticas esportivas, mas principalmente, da criação de melhores ambientes urbanos, melhores condições ambientais, melhores condições de inserção social e criação de oportunidades de APL´s (Arranjos Produtivos Locais).

Porém, apesar de entendermos o papel do esporte na sociedade e reconhecermos todas essas facetas, evidencia-se que a gestão das organizações esportivas e respectivos eventos, vêm deixando MUITO a desejar, no que se refere à ética e aos resultados com responsabilidade social. Do ponto de vista da Gestão, nos parece que as organizações esportivas desconhecem o que seja "Governança Corporativa". Evidencia-se de que não sabem elaborar o seu "Planejamento Estratégico", com continuidade entre um mandato e outro. São absolutamente "ingênuos" no que se refere a proporcionar um ambiente de "Gestão do conhecimento". E absolutamente incompetentes para implementar uma "Administração estratégica pelo BSC" (Balanced Scorecard, por exemplo). De posse dessa visão holística, sobre a gestão do esporte, fica o questionamento: Não seria interessante que as organizações esportivas, TAMBÉM, fossem submetidas ao crivo das normas ISO 26.000?

Do ponto de vista operacional, a sensação que nos dá é que a concentração dos esforços é para: gerar lucros financeiros, conseguir melhores rendimentos técnicos e incentivar a busca de records e a descoberta de talentos, cada vez mais precoces. Todos esses focos são reais, e até mesmo necessários! Porém, não são exclusivos! E dentro desse processo, nos parece que vem sendo suprimindo o exemplo, o ensino e a perpetuação dos verdadeiros valores que o esporte carrega a serem colocados em prática pela gestão e transmitidos, pelos técnicos e professores, desde as escolinhas de base até aos atletas de alto-nível.

De posse dessa compreensão podemos ter os seguintes questionamentos: Por que os verdadeiros valores do esporte não vêm sendo trabalhados? Que valores são esses? Faltam definições? Os profissionais que trabalham com o esporte não têm a formação necessária, para trabalhar esses valores? Os dirigentes esportivos não tem controle sobre isso?

E na tentativa de responder a essas questões, identificamos a necessidade de entendimento de um processo que ocorreu e continua ocorrendo em todos os países ocidentais e capitalistas: Trocamos a necessidade de Cooperação pelas relações de competição; Confundimos a necessidade de SER pelo desejo de TER; Criamos uma cultura de que o importante é VENCER, ignorando se os caminhos utilizados ferem ou deixam de trabalhar valores éticos; Nos perdemos na ânsia de conquista de valores efêmeros!

Esse equívoco não ocorreu só no esporte. Constatamos essa perpetuação na economia, na política e nas demais estruturas onde o poder é objeto de desejo. Porém, nós sabemos o que causa toda essa confusão. Nós sabemos, mas não gostamos de admitir que é o nosso EGO o responsável pelos desvios de rota que a humanidade vem sofrendo.
 
O ego humano, acentuado, inflado, centrado, é que nos dá a compreensão  da palavra EGOÍSMO: Chaga de todas as sociedades. O verdadeiro mal da humanidade. Vejamos por quê?

Esse egoísmo, somatório de todos os defeitos morais do ser humano (orgulho, vaidade, inveja, ciúme, avareza, ódio, remorso, vingança, agressividade, personalismo, maledicência, intolerância, impaciência, negligência e ociosidade), manifestam-se socialmente, da seguinte forma: Mentira; Deboche; Ironia; Falsidade; Enganação; desonestidade; Fraudes;  Ludibriar; Trair; Iludir; Forjar; Caluniar; Falsos testemunhos; Roubar; Assaltar; Furtar; Apropriação indébita; Magoar; Menosprezar/ Depreciar; Desprezar; Violar; Humilhar; Ferir; Matar; Ambição; Cobiça; Luxúria; Corrupção; Nepotismo; Peculato; Desdenho; Desmazelo, Antipatia e inúmeras outras palavras originadas pelos "sentimentos pobres" dos vícios e dos defeitos humanos, QUE ADENSAM o EGO, e produzem distorções nos processos de produção humana, social, econômica, ambiental, Educacional, Cultural e Esportiva.

Esses comportamentos sociais do egoísmo humano, somados a necessidade de desenvolvimento da humanidade, produziu uma defasagem gritante entre os alicerces de evolução do ser humano: Intelectualidade x Moralidade. Ou seja, avançamos em intelectualidade e estacionamos em moralidade. Essa defasagem é nitidamente observada se compararmos os avanços da ciência com o estacionamento da qualidade nas relações humanas: intrapessoal e interpessoal.

Essa defasagem nos evidencia que o ser humano, AINDA, não se conhece!
O ser humano, AINDA, não sabe lhe dar com seus instintos e as suas emoções!
O ser humano, AINDA, continua reagindo muito e agindo pouco!

Lembremos que a "reação" é produto de nossos cérebros: reptiliano e límbico. E a "ação" acontece pelo comando e controle de nosso terceiro cérebro: córtex.

O ser humano não vem tornando possível um equilíbrio e uma coerência eqüitativa entre as relações de ensino da intelectualidade e ensino da moralidade. Basta observar os currículos escolares. Basta observar o conteúdo trabalhado pelos docentes, nos mais diversos espaços educacionais. A ética é um conteúdo que deve estar presente em todas as disciplinas, não só como conteúdo, mas principalmente na forma de educar.

O ensino da ética não deve se restringir somente às cátedras. Ela deve ser conteúdo e estar presente em todas as ações humanas de troca, de ensino e de treinamento.

O esporte, por ser um fenômeno social, apresenta todas as condições para servir de excelente meio de troca, de ensino e de treinamento de nossa capacidade ética. É isso mesmo, nós temos essa capacidade - Porém, ela encontra-se adormecida, necessitando ser desperta, educada e treinada, a fim de fazer parte integrante e decisória de nossos pensamentos, palavras e atitudes.

O ensino do esporte e seus respectivos treinamentos são propícios à prática permanente de valores éticos. São propícios a prática permanente de autoconhecimento, de nossas potencialidades, limitações, virtudes, vícios e defeitos. São perfeitamente cabíveis e necessárias ao ensino, as práticas, e ao treinamento esportivo, aprendermos a: respeitar, a ouvir, a compartilhar, a cooperar, a dividir, a doar, a confiar, a reconhecer, a valorizar, a ser solidário, a ser fiel, a ser altruísta, a ter compaixão pelo outro, a manifestar bondade, carinho e amizade, a ser alegre, a ser autoconfiante sem ser orgulhoso, vaidoso e pedante, a saber dialogar e ter maturidade para chegar em consensos, e também a saber produzir sozinho (esporte individual) ou em grupo (esporte coletivo), com dignidade.

ESSES SÃO OS VERDADEIROS VALORES DO ESPORTE!

A busca da vitória desmedida, a vultuosa soma de dinheiro envolvida, a busca de resultados de curto prazo de instituições, de professores e técnicos, a falta de visão de processo, em uma relação de causa e efeito, entre outras coisas, fez com que o esporte saísse de sua rota original e não desse a devida atenção para esses valores citados no parágrafo anterior.

Sem dúvida nenhuma, o ser humano que vivenciou um processo educativo e de treinamento esportivo, torna-se mais apto a não enveredar pelos caminhos dos enganos e erros sociais. Torna-se mais apto a ser um verdadeiro cidadão. Torna-se mais apto a ser um melhor ser humano.

Até quando não iremos compreender isso? Até quando não iremos re-estruturar a Gestão, o ensino e a prática esportiva, em seus três níveis (formação, participação e rendimento), a fim de inserir reais conteúdos e formas de ensino da ética? Até quando os dirigentes, gestores e os profissionais responsáveis pelos processos de gestão, pelos processos educacionais e pelos processos de treinamento do esporte, ficarão reproduzindo esse modelo perverso da busca insana da vitória pela vitória? Até quando os dirigentes esportivos irão continuar reproduzindo medíocres resultados financeiros, alimentando seus EGOS, contribuindo muito pouco para o desenvolvimento social e humano?

Será que, AINDA, continuaremos a repetir os enganos e erros sociais cometidos há séculos? Será que a sociedade, AINDA, suporta a ausência de ética e de responsabilidade social, na ocorrência e tendência de seus fenômenos?

Acredito que NÃO. Não é mais admissível a falta de bom senso nos processos produtivos do planeta. Ninguém agüenta mais ser enganado!

O novo paradigma econômico (Teoria do mercado livre), estabelece as relações de troca como a forma mais inteligente de sobreviver e viver no planeta. O novo paradigma econômico necessita de uma sociedade civil organizada. E essa organização social só é possível com a efetiva participação de cidadãos. E ser cidadão é ter plena consciência de seus direitos e deveres e exercê-los de forma responsável. E para termos cidadãos é necessário EDUCAR a sociedade, em valores éticos, para que os mesmos possam interagir e produzir, de forma consciente, com todos os fenômenos sociais. Vivemos a época da necessidade de prática da inteligência social e da inteligência coletiva!

E o esporte é um desses fenômenos. O esporte, mesmo na sua vertente de rendimento, não deve ter como missão, APENAS, formar atletas. Ele deve formar ícones e exemplos de cidadania e de comportamentos éticos e responsáveis socialmente. O esporte forma cidadãos para a vida!

O valor do esporte não está na sua performance. Ele repousa no seu processo educacional.

O talento esportivo deve emergir naturalmente do processo de educar e não ser alvo do processo.

Os eventos esportivos SEMPRE devem gerar LEGADOS SOCIAIS e tem que ter SEMPRE o caráter lúdico e integrativo, e não desafios competitivos que buscam a supremacia e a demonstração de superioridade de uma pessoa e/ou de uma nação.

Nós deturpamos tudo!  Nos iludimos nas teias e armadilhas do ego, trocando a necessidade de ser pelo desejo de ter. Dissociamos a integração dos valores educacionais de uma sociedade, que é a tríade: Filosofia- Religião- Ciência. Nos distanciamos da realidade!

Então, como resgatar esse elo perdido?

E na busca dessa resposta, considerando o que foi exposto anteriormente, só encontramos uma opção: REEDUCAR A SOCIEDADE EM VALORES MORAIS, a fim de ir reduzindo essa defasagem ética que nos encontramos.

Essa nossa teoria de "defasagem ética" é uma realidade, presente em todos os fenômenos sociais. E cabe lembrar que identificamos como "ética", a conduta moral do ser humano em sociedade. E ainda lembrando que a palavra "moral" (morus) é originada do latim, significando "usos e costumes", logo: temporal e cultural. Porém, considero "moral" como algo atemporal, sem fronteiras regionais ou culturais, sem padrões pré-concebidos pelas leis humanas. "Considero moral como um termômetro interno e consciente de nos fazer sentir o que é certo e o que é errado, de acordo com as nossas escolhas".

Ou seja, MORAL é uma "regra internalizada" que nos baliza para fazer escolhas. Moral é a relação intrínseca e dialética que se estabelece na consciência do homem, levando-o a ter comportamentos para o bem e/ou para o mal, de acordo com suas crenças e valores.

Lembremo-nos de Sócrates, Platão, Aristóteles, Comenius, Tomás de Aquino, Emanuel Kant, Stuart Mill, Pestalozzi e muito outros filósofos e educadores, que nos deixam bem claro de que a educação moral pode e deve ser alvo de um ensino sistemático, metodológico e continuado, a fim de produzirmos melhores homens e melhores cidadãos. E o esporte APRESENTA TODAS AS CONDIÇÕES de ser um forte agente dessa educação transformadora.

O esporte é um meio de educar para a consciência. Porém, as pessoas envolvidas e comprometidas com a sua prática, o seu ensino, o seu treinamento, sua organização e gestão, devem estar conscientes de que são responsáveis em inserir esses valores éticos, citados nesse documento.

Esses valores a serem trabalhados no esporte, como podemos verificar, não são específicos, considerando regiões e credos. Esses valores não são corporativistas, a fim de atender interesses e objetivos. Esses valores são humanos. Esses valores compõem as virtudes humanas. Esses valores dizem respeito a tríplice missão que todo ser humano tem:
1. Autoconhecimento (Compromisso de melhoria consigo mesmo);
2. Família (Compromisso de melhoria de relacionamento);
3. Sociedade (Compromisso de contribuição responsável).

É isso mesmo! Os valores éticos a serem trabalhados no esporte, passam obrigatoriamente, por essas três vertentes de compromisso de todo ser humano.

Prezado leitor, você faz parte do universo do esporte, seja de forma receptiva ou de forma ativa - Isso é um fato. Você participa desse fenômeno social. Você é, também, um agente de transformação da sociedade. Portanto, acredite nesses valores éticos como necessários para uma nova sociedade! Divulgue isso! Cobre isso!

A nossa sociedade sempre teve e continuará a ter problemas. Isso faz parte do processo de viver e conviver. O que não podemos é estagnar. O que não podemos é nos conformar com o incompleto. Não podemos é admitir que não temos força para mudar o que está errado ou carece de melhores esclarecimentos. Que fique em sua mente um pensamento de Albert Einsten: "A solução de um problema que não estamos conseguindo resolver, não pode ser pensada com os mesmos valores, crenças, ferramentas e demais formas de agir, no qual eles foram gerados!"
 
* Marco Bechara é Doutorando em Gestão do Esporte, Mestre em Planejamento e Administração pela UGF, Especialista em Marketing pela ESPM, Especialista em Administração Esportiva pela UGF, Especialista em Negociações Internacionais pela CICON-OEA, Diretor da KTDM- Consultoria Internacional e Prof. de Marketing e Gestão de Pessoal da COPPE/UFRJ.

Por: Redação




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