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Incentivo à produtividade, onde foi que eu errei?

Sérgio Felício pergunta que mal tem a atividade ser exercida

Por | 23/07/2008

pauta@mundodomarketing.com.br

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Incentivo à produtividade, onde foi que eu errei…

Por Sérgio Felício Ribeiro*

A globalização, as transformações do processo produtivo, a inovação e integração dos mercados vêm mudando a cultura do ambiente empresarial, fazendo com que a busca pela produtividade e rentabilidade dos negócios seja cada vez mais intensa.

Dentro deste contexto, é forte a pressão por resultados, por crescimento de share, por construção de branding, um tsunami que desce do topo da pirâmide, presidências e diretorias, chegando até a média gerência. É nessa escala descendente que as equipes são constantemente cobradas. Uma cobrança que extrapola o universo da produtividade. Desempenho, superação de metas, conhecimento, versatilidade, compromisso social, criatividade. Em síntese, buscar construir dentro desse novo universo corporativo um resultado que acalme todos os públicos de interesse da corporação, sejam eles acionistas, colaboradores, formadores de opinião etc.

Um movimento integrador de toda a cadeia produtiva, unindo a indústria, serviços e o comércio com o trade. Um movimento que gere motivação, buscando a superação das metas, tanto qualitativas quanto quantitativas.

Ao lado deste movimento, como agente direto, está a indústria do incentivo. Empresas especializadas, que fazem com que este esforço de superação seja incorporado pelas equipes de forma construtiva e diferenciada. Ações estruturadas de Marketing de Incentivo e de motivação que ajudam na superação, mudando comportamentos, quebrando paradigmas, promovendo o crescimento profissional, melhorando a auto-estima, integrando e direcionando todos na busca do mesmo objetivo.

Como um passe de mágica, de repente, de uma hora para outra, todas as ações de incentivo passaram a ser alvo de desconfiança. Fazer incentivo tornou-se "perigoso," como se o incentivo fosse somente uma forma "esperta" de premiar. 

Apostando na inovação, a ferramenta do incentivo está há mais de 30 anos no Brasil, trazendo enormes resultados para as empresas e seus colaboradores. Uma prática que faz parte das economias mais modernas do chamado primeiro mundo. Moderna, tangível, motivadora e que não pode ser colocada na berlinda por miopia e por desinformação sobre a sua real importância para o desenvolvimento do mercado como um todo.

Não podemos ficar na contramão da história, pois nas economias modernas cada vez mais as empresas buscam soluções inovadoras e criativas para melhorar suas posições. É uma questão de sobrevivência. A competitividade, a velocidade e a volatilidade dos mercados não permitem trégua. As empresas têm que estar com seus times prontos e motivados para responder às exigentes do mercado de forma criativa, diferenciada.

Um país emergente como o Brasil, onde os índices de crescimento econômico são decisivos para a captação de investimentos e para ganhar credibilidade junto à comunidade internacional, não pode prescindir de instrumentos de motivação e incentivo que contribuem significativamente para a movimentação da economia.

Quando uma empresa incentiva suas equipes ou o trade para melhorar a produtividade, ela está contribuindo para a geração de riqueza, movimentando a economia, fazendo o dinheiro circular e, desta forma, contribuindo para a geração de mais empregos e para o desenvolvimento do país. Existe algo de errado nisso?

* Sérgio Felício Ribeiro é Sócio da Peoplemais Comunicação Marketing e membro do Comitê de Incentivos da Ampro - Associação de Marketing Promocional.

Por: Redação




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