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Marketing Promocional. Marketing o que?

Marketing Promocional. Marketing o que?

Por | 20/09/2007

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Marketing Promocional. Marketing o que?

Por Fernando Figueiredo*

É simples assim. Trabalho com Marketing Promocional há 20 anos. Há 20 anos que tento contar para as pessoas o que realmente eu faço. Para minha mãe eu já desisti. Para meus filhos, limito a dizer que o que eu faço são aqueles brindes que eles tanto querem. Para os amigos, arrisco falar que sou Publicitário e ponto final.

Porém, toda esta dificuldade me fez pensar que o errado não sou eu, ou a minha falta de idéia para justificar o que eu faço. A própria disciplina já não é mais Marketing Promocional. Por isso esta dificuldade tremenda em definir o que eu sou. Marketing Promocional, Marketing Publicitário, Marketing Direto. Afinal, de quem foi a idéia de segmentar o Marketing?

Marketing é Marketing e ponto final. E vendo o mundo se transformar na frente dos meus olhos, começo a achar a definição do que realmente eu faço. Em primeiro lugar, chegamos ao fim da linha. Entenda fim-da-linha. Não existe mais above e bellow the line. Isso já agrada uns e desagrada outros, mas é pura verdade. No meu humilde ponto de vista, toda a empresa que atua em marketing, não importa a sua especialidade, tem a obrigação de pensar o todo. Isso mesmo. O TODO.

Porque o consumidor é mais exigente. O consumidor não se atrai mais pelos coisas que se atraia antes. O consumidor não presta mais atenção em comercial de 30 segundos - a não ser que seja O COMERCIAL MAIS LEGAL DO MUNDO. O consumidor muda você de canal a qualquer momento. E entenda que este controle remoto, não funciona só na TV.  Funciona no out-door, funciona no supermercado. Funciona em todo lugar.

O consumidor só presta atenção naquilo que interessa a ele. E não apenas por que o consumidor mudou. Hoje ele está sendo bombardeado por muito mais informação que ele tinha antes. No supermercado muito mais produtos. Na TV, muito mais canais. Na banca de jornal, por muito mais títulos. No meio digital, por muito mais gadgets (celular, iPod, etc). Enfim, ele tem que selecionar mais. Assim, ele descarta aquilo que pra ele é descartável.

Por isso mesmo, que as empresas tem que pensar no todo. Pensar numa grande idéia em primeiro lugar, e depois, planejar como esta idéia permeará por todos os meios. Ou seja, a idéia é conteúdo que temos que criar para que o consumidor se interesse e preste a atenção. E os meios (ou mídia) é como esta idéia vai impactar o consumidor a qualquer momento, sem a interferência do controle remoto.

Nós aqui na Bullet, nos dias de hoje, e no ambiente físico que estamos, pensamos em uma grande idéia, depois evoluímos a mesma idéia no mundo digital, através de ações on-line; no mundo mobile, através de ações no celular; no mundo TV, através do meio eletrônico; no mundo impresso, através de Material de Ponto de Venda e anúncio de Revista. Assim, cercamos o consumidor, e driblamos seu controle remoto. E aparecemos no seu radar.

Daí o cliente aprovou, e chegou a hora de fazer. Somente neste momento que entram os especialistas. Ou seja, na hora de usar os meios televisivos, entra a agência de propaganda para veicular; nos meios on-line a agência especializada no mundo web;  e assim por diante. Desta forma, parei de pensar em caixinhas. Na hora de pensar, penso numa grande caixa. Penso dentro e fora dela. E só na hora de executar, as tarefas são distribuídas pelos especialistas.

Foi por isso que a Bullet pensou na plataforma Talkability®. Enquanto eu me visse como uma agência de Marketing Promocional, tudo que eu entregaria aos meus clientes seriam ações BTL do meu segmento. A partir do momento que eu me vejo como uma agência de Talkability®, ao criar para meus clientes, não penso mais no meio e sim no fim: TENHO QUE GERAR TALKABILITY. Assim, a idéia é concebida, criada, planejada e apresentada de forma completa.

O cliente fica feliz, pois criamos para ele algo que funciona. Algo que não é mais tão fragmentado como era. E não falamos mais para ele: "Pensamos nas ações BTL. Agora brife sua agência de propaganda para complementar o plano". Nós ficamos felizes, pois vamos além do "mundinho" que estávamos restritos anos atrás.

Só não fica muito feliz minha mãe. Pois agora, quando ela quase convencida do que eu faço tenta confirmar, eu digo: "Faço Talkability®, mãe." E ela esfrega a cabeça, com ar de quem não entendeu nada e responde: "Talka o que?". E pra quem, como minha mãe, continua não entendendo o que eu faço, entra no www.talkability.com.br ou, liga pra mim. Isso ela faz todo dia.

* Fernando Figueiredo é Presidente da Bullet. Contato: feof@bullet.com.br

Acesse
www.bullet.com.br
www.talkability.com.br

Por: Redação




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