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O futuro está no mobile marketing?

O futuro está no mobile marketing?

Por | 05/07/2006

pauta@mundodomarketing.com.br

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O futuro está no mobile marketing?

*Felipe Morais

Reflita: Você conhece alguém entre 18 e 40 anos que não possui um aparelho celular? Dos que você conhece, tem algum - inclusive você - que consegue ficar um dia inteiro sem usar o aparelho? Se celular há anos atrás era um item de luxo, hoje é uma necessidade. De necessidade, virou item de entretenimentos: tiram fotos; baixam MP3 e assistem vídeos; aliás, existem filmes para celulares que são gravadas pelos próprios aparelhos. A tecnologia está evoluindo tanto, que na Itália, os usuários da TIM estão vendo os jogos da Copa do Mundo nos aparelhos em alta resolução, como se estivessem assistindo nas televisões.

Quando o celular chegou ao Brasil, poucas pessoas o tinham. Assim como a TV, computador e rádio, ele virou rapidamente de item de luxo para item essencial a qualquer pessoa, aliás, pessoas, pois o Brasil está perto da marca de 90 milhões de celulares vendidos.

O Palmtop é um assessório com menos usuários no Brasil, mas da mesma forma que o celular, são usuários fiéis. Quem tem não sai de casa sem ele. Ali, estão todas as tarefas que a pessoa deve executar no dia, semana, mês... Há quem possua os dois aparelhos. O sucesso é tanto que eles já se fundiram e hoje existem aparelhos como o Plam Treo 650 que os une. São aparelhos que as pessoas consultam de qualquer lugar, sem precisar de fios para ligar, por exemplo. Pode se atingir um consumidor pelo celular dentro do ponto de venda.

Tendência que já não é mais uma tendência
A mobilidade se tornou a grande tendência do futuro, pois ela permite que o indivíduo se comunique a qualquer momento de qualquer lugar. Para o mundo corporativo, isso é essencial, pois os executivos precisam ter acesso as aplicações, relatórios, contratos, planos em tempo que permitam a tomada de decisão com mais agilidade e segurança. Flexibilidade é o conceito forte da mobilidade, mas ela não apenas é um fator que ajuda empresas na tomada de decisão; é o futuro da comunicação universal e com isso, o futuro da propaganda como vemos. Agências hoje devem, junto com os clientes, gerar conteúdo que as pessoas tenham interesse em acessar, sendo uma comunicação interativa - Riqueza de informação; essa informação deve ser de fácil acesso - conceito de mobilidade - e atualizada periodicamente - podendo ser minuto a minuto ou mês a mês, dependendo do contexto gerenciado pelas empresas envolvidas.
As estratégias para criar campanhas de mobile marketing partem de duas aplicações: Horizontais e Verticais. Aplicação horizontal aplica-se a qualquer empresa independendo do negócio ou tamanho da mesma. Aplicação vertical é ligada ao negócio da empresa que adota essa estratégia, muito importante para a cadeia de valores da mesma.

As ações de mobile marketing ainda estão restritas a celulares e palms, mas podemos prever no futuro próximo, outras ferramentas para interação empresa-cliente, entre elas os iPods, MP3 players, WiFi, Wimax, Smartphones, vídeo conferências, Notebook; seja qual for o veículo, o que importa para o sucesso da campanha são três elementos básicos: Permissão, conteúdo e interatividade.

Permissão:
Para evitar SPAMs, a praga da Internet, as pessoas devem aceitar que a empresa envie mensagens em seus celulares, diferente dos e-mails, não existe um mailing que você possa usar e propagar a sua mensagem. O usuário deve permitir isso; uma vez que ele permite, ele está interessado e com isso o sucesso da mensagem é maior.

Conteúdo:
O que vou ver no site que me interessa? Ou porque vou enviar uma SMS para um lugar? O que recebo em troca? O mais importante elemento do Mobile Marketing é o conteúdo que interesse ao usuário.

Interatividade:
Fazer com que o usuário interaja com a empresa ou marca. Assim, conhece mais sobre o que lhe é oferecido e tornando-se um consumidor em potencial.
Emissoras de TV, portais de Internet, gravadoras, estúdios de cinema, são hoje as maiores fontes de conteúdo para as operadoras de celular. Claro, que com os fenômenos dos blog, fotologs e Orkut, as pessoas também serão fontes de conteúdo para operadoras; prova disso, é que jornais de São Paulo premiam aqueles que enviam fotos tiradas de seus celulares para a redação, informando algo interessante que acontece na cidade.

Quem ganha?
O modelo de negócios dentro do mobile marketing é baseado em dois tipos: cobrança para a empresa contratante ou cobrança para o usuário. Num exemplo simples, serviços de cobrança para a empresa contratante compreendem ações de relacionamento, alertas e programas de descontos. Este tipo de ação é a mais comum no mercado brasileiro, por enquanto.
O outro tipo, onde o usuário paga é mais propício para ações promocionais, campanhas envolvendo distribuição de prêmios e votações interativas (como no caso do Big Brother Brasil).

Futuro próximo
Não serão apenas Big Brothers ou Bolão do Faustão que veremos na TV usando o Mobile Marketing. Conteúdo para celular está cada vez mais despertando o interesse de emissoras locais. Assim que o nosso presidente aprovar o sistema de TV Digital a ser adotado no Brasil, estaremos com mais opções de programas veiculados na TV e no celular simultaneamente, estaremos assistindo a jogos do campeonato em tempo real ou até mesmo vendo um programa com dicas culturais na rua, quando estamos na busca de algo diferente para fazer.

* Felipe Morais é formado em Publicidade e Propaganda pela FMU e Pós Graduado em Planejamento Estratégico pela Metodista de São Paulo. Atualmente é Gerente de Projetos e Mídia online da Navigators e consultor de marketing da Upmkt, V8 Produções e Celso Rangel produções musicais.
Contato: lfmm@bol.com.br

Por: Redação








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