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Falta de agenciamento provoca retrocesso

Caso Zé Love é tema do artigo

Por | 31/08/2012

pauta@mundodomarketing.com.br

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Na última semana de agosto, perto do fechamento da janela, uma notícia abalou a estrutura do futebol. Zé Love, campeão da Libertadores de 2011 pelo Santos foi convidado para uma semana de treinos no Milan, mas recusou alegando ter `dignidade´.
 
Dois meses antes, o volante Mark Van Bommel, ex-jogador da seleção holandesa e com cerca de 50 jogos pelo clube rossonero,  chorou ao se despedir da equipe italiana, após um ano e meio de serviços prestados. 
 
Um jogador chegou ao auge da carreira, demonstrando um grande futebol, mas poderia dar um passo muito maior. Outro se consagrou jogando por três dos dez maiores clubes do mundo e se tornando peça importante no elenco do Milan.
 
Zé Love não demonstra técnica suficiente para jogar no Milan, por pior que seja a fase do clube, e mesmo assim, teve a chance. A Libertadores não o credencia ao grupo de melhores do mundo, mesmo tendo alegado que não precisaria treinar por ser campeão do torneio sul-americano.
 
Mas, José Eduardo Bishofe recusou a proposta, já que treinar no clube sem contrato não seria digno para um jogador como ele. Zé Love perdeu uma das oportunidades que mudariam de vez a carreira do jogador, principalmente pela falta de um agenciamento de carreira mais profissional. 
 
A maioria dos atletas permitem que parentes, amigos próximos e empresários, que buscam o sucesso profissional através de uma transferência, sejam seus agenciadores. Se o jogador fosse agenciado por uma empresa, com um propósito de crescimento na carreira, teria aceitado a proposta, independente do período de treino. Mas, o Milan, sete vezes campeão da Liga dos Campeões, maior torneio da Europa, não foi digno de tal jogador.
 
Empresas como a 9ine e IMX Talent apostam em atletas de alta visibilidade para agenciamento de carreira e imagem. Elas também, muitas vezes, são responsáveis pela assessoria jurídica, de imprensa e carreira de diversos atletas. 
 
Especialistas, mais preparados, estão se aproximando do mercado, ainda pouco profissional e mudando a visão dos atuais dirigentes esportivos, na maioria dos casos, egressos do futebol. A profissionalização chega junto com os grandes eventos que serão realizados no Brasil nos próximos anos, mas a mudança deverá ser lenta, mesmo com uma necessidade que se amplia a cada momento.
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