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Humanizar o processo faz com que agências possam ser mais eficientes

Não é possível pensar em sucesso se não houver por parte das empresas uma preocupação com a gestão humanizada, principalmente com equipe que lida com público

Por | 24/09/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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Que o mundo corporativo é extremamente competitivo acredito que ninguém duvide. Assim sendo, é possível assegurar que todas as profissões, em maior ou menor grau, possuem níveis de pressão e estresse. Algumas, como a nossa do live marketing, são extremamente estafantes em razão das cobranças por resultados que não dependem exclusivamente de si mesmos, dos prazos apertados a serem cumpridos, das tarefas complexas, das verbas enxutas, do relacionamento com fornecedores e clientes dos mais variados perfis e da necessidade do total engajamento com os projetos.

Recente pesquisa realizada pelo Departamento de Emprego dos Estados Unidos sobre as profissões mais estressantes do mundo mostra que organizadores de eventos e congressos está em 15º lugar. Se excluirmos as atividades ligadas à área da saúde, ela passa para a 4º ocupação.

Ou seja, diante desse quadro, não é possível pensar em sucesso se não houver por parte das empresas uma preocupação com a gestão humanizada. No marketing promocional essa afirmação se justifica em função de dois fatores. O primeiro é que técnica e ferramenta todo mundo tem! É quase que um commodity. Atingir resultados não é diferencial, o que faz a diferença é a forma como as empresas lidam com as situações no dia a dia, como chegam lá. E isso nos leva ao segundo: o conhecimento de cada um e o atendimento realizado com paixão e empatia é o que cria uma experiência que vai além da entrega e que conquista o cliente em função da segurança e da cumplicidade transferida.

Adotar esse modelo de gestão significa dizer que o foco principal de toda a estratégia é reconhecer a entrega da equipe e perseguir um ambiente propício para que todos possam se desenvolver de forma respeitosa e satisfatória. Poder trabalhar e crescer em uma companhia que preza pelo individual e pelo coletivo de maneira prioritária ao lucro desenfreado origina um sentimento de pertencimento e reflete uma imagem de cuidado e admiração que impacta toda a cadeia ao redor, formada pelos clientes, pelos fornecedores, pelos concorrentes, por que não? E pela comunidade como um todo.

Com isso, o peso diário fica menos perceptível, mas a responsabilidade é a mesma (se não, maior)! A realidade é que o colaborador é o grande responsável pelo crescimento das empresas. Parece sutil, mas encará-lo apenas como um número que deve entregar um total de horas trabalhadas em troca de um salário mensal é uma visão retrógrada em um ambiente que pede pela disruptura. A valorização no processo humanizado está relacionada ao domínio de habilidades, à disponibilidade para trocar com os outros integrantes da equipe, ao engajamento para colocar de pé o job, cujo briefing chegou praticamente sem prazo para execução.

Isso gera para todos nós, que passamos mais tempo dentro das agências do que em nossas próprias casas com os amigos ou família, um espaço de trabalho agradável, dinâmico e menos formal, que contribui para a qualidade de vida e que permite a oxigenação, a segurança e a autonomia para errar, consertar, inovar e se sentir e se portar como o "dono do projeto", mesmo que ele seja encargo de mais outras tantas pessoas do time.

O reflexo disso está nos detalhes, no cuidado e na forma como os fornecedores são tratados ou que o cliente é atendido. Tudo tende a ser uma grande amizade em que a soma de esforços rema na mesma direção, aumentando os níveis de produtividade, qualidade e rentabilidade. Assim, é possível estabelecer uma relação mais estreita com todos e a ideia de parceria ganha destaque.

Indiretamente, todos ganham também com a diminuição do turnouver. Isso porque, o colaborador sabe ao certo as suas metas e o caminho a trilhar para alcançar patamares cada vez mais elevados na política de cargos e salários; o gestor, que mantém todo o conhecimento e investimento realizado ao longo do tempo dentro de casa; o fornecedor, que continua a atender bem para atender sempre aquele contato que o prioriza; e o cliente, que conta com profissionais que são praticamente uma extensão dos seus departamentos.

Por: Paulo Farnese

Presidente da agência EAI!? Live Marketing


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