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Feiras e eventos: Construindo valor

Muitos dizem que época de crise é hora de inovar. E é exatamente isso que os promotores de feiras se viram obrigado a fazer, com nosso mercado passando por uma reestruturação

Por | 09/11/2016

pauta@mundodomarketing.com.br

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Depois de 15 meses seguidos de queda, o Brasil voltou a crescer. O aumento, mais que refletir diretamente no lucro ou nos resultados finais das empresas, serviu como uma injeção de coragem para as companhias que estavam receosas em investir enquanto a situação econômica e política do país não fossem resolvidas.

A inércia dos meses estagnados atingiu praticamente todos os setores e um dos seus reflexos diretos deu-se nas feiras de negócios. Principal ferramenta de promoção comercial do mundo, o segmento sofreu um esvaziamento de cerca de 35% de empresas participantes. Salvo algumas exceções, como as feiras da área de consumo e varejo do setor supermercadista, odontológico e médico, em sua maioria elas diminuíram em espaço de exposição. Se por um lado reduziu o número de expositores, pelo outro o que vimos foi um público mais qualificado de visitantes, com profissionais que tinham em seu foco principal os negócios.

A presença com estandes menores foi uma alternativa encontrada pelas empresas que resolveram acreditar e manter em seu budget. As marcas que deixaram de participar das feiras em 2016 perceberam que, ficando de fora, abriram oportunidades aos seus concorrentes que estiveram presentes. E mais, agora com o retorno, muitas delas perderam o espaço que tradicionalmente locavam no "chão" do pavilhão, tendo que se deslocar para outra posição.

Muitos dizem que época de crise é hora de inovar. E é exatamente isso que os promotores de feiras se viram obrigado a fazer, com nosso mercado passando por uma reestruturação. Em uma busca de romper com o passado e se reinventar, os promotores estão focando mais na parte de conteúdo (com congressos e seminários), readequando calendários, investindo em novas opções para montagem, explorando o poder das mídias sociais, firmando parcerias com restaurantes, hotéis e até mesmo facilitando a chegada dos visitantes do aeroporto aos pavilhões.

Toda esta nova conjuntura promete trazer um novo momento para as feiras de negócios no Brasil. Por mais que as novidades surjam, nada substituirá as feiras, o famoso olho no olho, esta poderosa ferramenta onde compradores e vendedores se encontram para realizar relacionamento e negócios. Feira é promoção comercial. É resultado.

Por: Octavio Neto

CEO do Grupo Radar






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