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Como ganhar dinheiro com redes sociais

Uma rede de relacionamento aproxima pessoas de outras pessoas gerando uma profusão de ideias, interesses e anseios em torno de diversos assuntos. E isso pode ser muito bom

Por | 19/06/2013

pauta@mundodomarketing.com.br

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As tecnologias sociais interconectam pessoas, negócios e tecnologias - um triângulo bastante conhecido desde os primórdios da constatação de que tecnologias e negócios formam um par indissociável do potencial de lucro. Com base em estudos de mercado as empresas idealizavam seus produtos/serviços, comunicavam ao mercado suas respectivas qualidades e características, e o mercado, convencido do que lhe era dito, adquiria os produtos/serviços para seu próprio consumo e, consequentemente, geração de receita das empresas.

No caso de tecnologias sociais existe uma diferença significativa: as pessoas detém o controle da interação entre negócios e tecnologias. Um tipo de tecnologia social caracterizada por um grande número de usuários, e intensa participação entre eles, é a rede social. Vide o Facebook, com mais de 1 bilhão de usuários no mundo e quase 70 milhões no Brasil.

Uma rede de relacionamento aproxima pessoas de outras pessoas gerando uma profusão de ideias, interesses e anseios em torno de diversos assuntos. Isso pode ser muito bom para as empresas aumentarem suas receitas, firmarem suas marcas e serem mais ágeis e assertivas no lançamento de produtos/serviços ao mercado.

Ao incorporar as redes sociais em seus negócios, as empresas estarão diretamente ligadas aos assuntos que interessam a diversas comunidades de usuários (ou segmentos de mercado). Isso significa acesso direto e em tempo real a centenas de milhares de potenciais consumidores e, melhor ainda, ao que eles pensam e desejam. Não existe melhor feedback (back?) do que este para se ganhar dinheiro neste novo contexto de interação online. Pontos importantes:

Foco na Marca e seus Admiradores - as empresas devem absorver o conceito de que numa rede social existem seguidores, entusiastas e fãs - e não propriamente consumidores. O foco deve ser na marca - e não no produto/serviço - e o diálogo agora é com admiradores da marca - e não com consumidores. Cabe alertar que o conceito de marca não é muito forte no Brasil.

Monitoramento - monitorar o que está sendo conversado nas redes sociais sobre a marca resulta em aprendizado valioso, o qual poderá ser transformado em aprimoramentos diversos e no lançamento de produtos/serviços que seus admiradores mostram interesse acentuado em adquirir.

Comunicação - a comunicação sobre a qualidade e as características do produto/serviço não pode mais ser feita da empresa para o mercado, numa via de uma única direção. A empresa e seu departamento de marketing devem entender que o que as pessoas falam entre si nas redes sociais sobre os produtos/serviços de uma empresa, agora, dita as regras de comunicação da mesma.

Energização - a empresa deve criar um fluxo de comunicação constante para instigar os admiradores da sua marca a emitirem opiniões sobre o que pensam e o que desejam da mesma na rede social. Com isso, podem receber críticas e opiniões negativas e a empresa deve encarar tais comentários negativos como oportunidades de melhorias e novos negócios.

Suporte entre Admiradores - A empresa deve incentivar que os admiradores entre si se apoiem mutuamente para resolver problemas e prestar esclarecimentos sobre os produtos/serviços associados com a marca.

Incorporação de Entusiastas - Dentre os seus admiradores, existe um grupo mais apaixonado - os entusiastas - sobre os produtos/serviços associados com uma marca. As opiniões dos entusiastas podem gerar mudanças de características dos produtos/serviços benéficas a toda a comunidade de admiradores, gerando, consequentemente, mais vendas, faturamento e lucro.

Cuidados - Há de se ter cuidado ao explorar uma relação social entre marca e admirador. Essa relação jamais deve se tornar uma relação de ódio, pois a intensidade com que se ama um produto pode se transformar em algo negativo e facilmente viralizado através das redes sociais.

Por: Miguel Gouveia

CEO e Fundador da BRAISN@WORK Consultoria & Assessoria Empresarial


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