Publicidade

Patrocínio

Publicidade
Publicidade Publicidade Publicidade
Mundo do Marketing Inteligência

Artigos

Publicidade

Ensaio sobre o futuro

O futuro é uma permanente força de mobilização. Por suas incertezas e possibilidades, pelo fascínio que o desconhecido exerce, pela esperança que propõe

Por | 04/12/2013

mkt@mundodomarketing.com.br

Compartilhe

"O que se pode esperar não é o melhor dos mundos, mas um mundo melhor."
Edgar Morin

Diariamente vivemos a expectativa do amanhã. O que acontecerá com o mundo, com a política, com a sociedade, com a economia? Como serão os negócios, quais as novidades da tecnologia, onde estarão as boas oportunidades de investimento? Muitas perguntas, algumas respostas e poucas chances de que estejam 100% certas.

O futuro é uma permanente força de mobilização. Por suas incertezas e possibilidades, pelo fascínio que o desconhecido exerce, pela esperança que propõe. Estimulante, tem o poder de despertar o visionário que existe em cada um de nós, fazendo-nos exercitar a imaginação. E, poderoso, a todos seduz com promessas: conquistas, sucesso, realizações.

Uns acreditam, como Cícero, que eventos futuros projetam sua sombra muito antes; logo, são previsíveis. Outros, compartilham que é impossível fazer previsões, pois como disse outrora Roman Polanski, planejar o futuro é tão difícil quanto apagar o passado. Há quem seja adepto desta máxima de Margareth Drabble: quando nada é certo, tudo é provável. E ainda aqueles, na linha de Nietzsche, para quem o futuro, assim como o passado, não existem: a única coisa que existe, e da qual temos a plena certeza, é o momento presente.

Seja qual for a sua crença, o futuro virá e temos pela frente um calendário de eventos interessante e de visibilidade internacional. Clientes, agências, prestadores de serviços, fornecedores, consultores, planejadores, financiadores estão fazendo suas apostas para tentar acertar, ganhar, lucrar. Existem intenções e, por consequência, a geração de expectativas. E, como em toda balança comercial, há também as especulações: x% de crescimento das ações promocionais; x% de novos empregos temporários; x% a mais de visitantes no país…

Usar tecnologia de ponta, holografias e biometrias para um imenso Big Data não significa que as pessoas serão melhor atendidas em suas necessidades reais ou imaginárias. As relações estão deveras monetizadas; raros os que não perceberam o quão interesseiras e interessadas são as trocas que o mercado proporciona — só querem o seu tempo, o seu dinheiro, a sua preferência, o seu like. E em retribuição, o que estão oferecendo?

É hora de pensar em como estabelecer relacionamentos entre marcas e pessoas de forma inteligente, gerando vínculos efetivos, úteis e verdadeiros. Pensar no que uma marca realmente tem de melhor para oferecer, em suas dádivas, para criar ações que sejam encantadoras, memoráveis e pertinentes. E aproveitar cada ponto de contato para comunicar de forma consistente, holística, integrada.

Cada marca, seja lá o seu tamanho e campo de atuação, pode interferir em seu entorno e fazer a diferença, saindo do universo das soluções comoditizadas e trazendo inspirações, novos horizontes, bons motivos para as pessoas viverem bem e melhor. Fazer o blasé e fazer o enchanté provavelmente custa a mesma coisa.

Voltar no tempo não dá; o que está feito, está feito. Ir para frente, por hora, ainda é impossível. Temos, agora, uma boa oportunidade para fazer a diferença. Reveja seus valores e o que você espera deixar de legado, tanto pessoal como corporativo. Que tal fazer de forma gifted?

Gifted inspirations!

Por: Marina Pechlivanis

Marina Pechlivanis é sócia-diretora da Umbigo do Mundo, Mestre em Comunicação e Consumo pela ESPM, coautora do livro Gifting (Campus Elsevier, 2009) e integrante do GEA (Grupo de Estudos Acadêmicos AMPRO)


Comentários

Artigos do autor:

Não basta ter uma boa campanha

Beacons do bem. Já ouviu falar?

Diga-me o que consomes, direi quem és

Gastei tudo comigo. E agora?

Bienais cheias, bibliotecas vazias

Entrevista ao Todo Seu de Ronnie Von

Meias do bem: a nova moda

Comprar não: ganhar!

Troca tudo sem dinheiro

Água grátis, no meio da corrida. Isso faz bem?

PET: não é reciclagem, é ressignificagem

Um mundo mais alegre é um mundo melhor

Cooperativa Fruta Feia: chega de desperdício

Já experimentou NEC, da Nespresso?

Red Bull Station: arte, música, vanguarda

Gifted Idea é aquela que tem o dom de inspirar

Feira de design de Milão: Dádivas de Marca

Ensaio sobre o futuro

Copia-Cola

Cegueira desatencional

O melhor da feira

A fina estampa do licensing

O mito do bem-sucedido

Ai, se moda te pega, ai, ai, ai, ai

Rituais para exportação

Gifts: simulacros e simulações

A eterna novidade

Ver e ser visto: é isso que o povo quer

Negócio da China?

Do museu para as massas

O golpe da concorrência

Ceci n?est pas un gift*

Eco-luxo, chique no último

Promoção de shopping é tudo igual, só muda o endereço?

Hospitalidade mercadológica

Apps: samples ou gifts?

Social Gifting

Emocional Gifting

Promoção da propaganda. Ou propaganda da promoção?

iPod. E tu, podes?

EndoGifting

Gifting para crianças. Prazer ou pecado?

Entre o gift e a gafe. Entre o luxo e o lixo

Shopping: aqui se faz, aqui se paga, aqui se ganha

Todo cliente é VIP, mas uns são mais VIPs que os outros

Os mimos que o mundo dá. (ou) Os mimos que a gente pega

Quem não gosta de gifting bom sujeito não é!

Tem brinde? Então é pra já!

NeuroGifting

Atenção! Crianças on-line



Publicidade

Voltar ao Topo

Copyright © 2006-2018.

Todos os direitos reservados.

Assine o Mundo do Marketing Inteligência

Copyright © 2006-2018. Todos os direitos reservados. Todo o conteúdo veiculado é de propriedade do portal www.mundodomarketing.com.br. É vetada a sua reprodução, total ou parcial sem a expressa autorização da administradora do portal.

Auditado por: Metricas Boss