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A hora da revolução do branding para as PMEs na venda direta

O Marketing evolui continuamente, na mesma medida em que a tecnologia e o barateamento dos recursos disponíveis permitam que cada vez mais empresas invistam em branding

Por | 03/02/2014

alves@directbiz.com.br

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Ao longo desses mais de dezesseis anos de atuação da nossa consultoria, das quase duas centenas de clientes para os quais elaboramos projetos, podemos contar nos dedos quantos tinham alguma estratégia estruturada em relação à sua marca. Ainda que durante a maior parte de nossa história nosso escopo de trabalho não se estendesse aos processos de branding - o que até se justificava, devido ao conceito ser ainda muito inovador e sofisticado, o que o classificava como um requinte, dos mais dispendiosos dentre os processos de Marketing à disposição das empresas de menor porte -, não víamos os clientes buscarem tais soluções para seus empreendimentos. Avaliamos que não existia uma massa crítica ou uma cultura interna preestabelecida no final dos anos 1990 e virada do ano 2000, em nosso nicho de atuação, que ajudasse os executivos, responsáveis pelas empresas junto às quais atuávamos, a entender o impacto do trabalho de estruturação de uma marca, e que justificassem os investimentos então necessários.
 
Generalizando, o foco prioritário dessas empresas era garantir a alocação precisa de seus investimentos, sempre escassos, na parte operacional, encabeçada pelo processo de fabricação de seu portfólio de produtos, e no anteparo logístico demandado. Em segundo, vinha a criação do nome da empresa e dos produtos da empresa, com uma preocupação menor em relação ao layout da embalagem, ficando o design por conta das soluções já disponíveis no mercado pelas mãos de fornecedores terceirizados. Em terceiro plano, vinha a atenção com os processos comerciais específicos e diferenciados sobre os quais se embasa uma operação de venda direta, último processo para o qual os empreendedores conseguiam alocar a faixa de investimentos finais, destinados à contratação e capacitação da Força de Vendas e à implantação dos sistemas de gestão mais básicos e minimamente necessários para suportar a operação iniciante.
 
Felizmente, os processos de Marketing evoluem continuamente, na mesma medida em que a tecnologia e o barateamento dos recursos disponíveis permitam que cada vez mais empresas dos segmentos mais modestos, e com os orçamentos mais espartanos, possam ter acesso às mais avançadas ideias e conceitos mercadológicos atuais. Isso hoje permite que se fale em branding para todos os tipos e portes de clientes, pois esse conceito já deixou de ser um mistério ou de parecer uma estratégia `cara´ para muitos executivos e empreendedores da venda direta, assim como para o mercado em geral. 
 
Isso fez com que no ano passado agregássemos soluções voltadas ao branding para os clientes, pois temos testemunhado seu interesse e compreensão crescentes e consistentes em entender a importância de se ter uma estratégia para o posicionamento e fortalecimento de sua marca, e a valorização da disponibilidade de recursos para investir em ações direcionadas para expressar suas crenças, valores e diferenciais competitivos. 
 
A maioria dos novos clientes entende com maior facilidade o retorno possível, tanto junto aos consumidores finais como para na sinergia das equipes de colaboradores para projetos cujas marcas adotem uma identidade própria, que vai além da estética e do slogan, permeando a verdade por trás da criação da empresa e seus objetivos frente ao mercado e a sociedade. Essa expressão de identidade torna-se ainda mais estratégica quando essas marcas se organizam para que se diferenciem das `marcas-mãe´, nos casos - cada vez mais comuns - de empresas já atuantes em outros mercados que ingressam na venda direta com uma linha específica de produtos e serviços, visando expandir seus canais de comercialização e incrementar seus resultados atuando com cross-selling. 
 
Diante de tais constatações, neste início de ano, essa nova realidade nos animou ainda mais em relação às perspectivas para a venda direta, pois somente empresas comprometidas com a conquista real de mercado e com a perenidade de seus projetos podem lançar-se aos processos da criação de uma marca expressiva e atrativa, em conjunto com os demais investimentos em marketing, operação e estruturação comercial. Bem-vindo 2014, e bem-vindas as empresas ao mundo das marcas fortes!

Por: Marcelo Alves

Diretor de marketing e tecnologias da DirectBiz Consultants


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