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Consumidor inconstante ou estável?

O novo consumidor irá permanecer com a velha e boa empresa? A resposta a estas perguntas pode ser ?sim? se, ao contrário, encararmos os conceitos presentes como complementares

Por | 17/07/2013

pauta@mundodomarketing.com.br

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O novo ou o velho? O instável ou o constante? O contínuo ou pontual? Conceitos e métodos que parecem ser antagônicos à primeira vista podem dar uma lição de complementaridade. Conectividade, interatividade, mobilidade, diversidade, sustentabilidade, informação, experimentação, cooperação, inovação... Estes conceitos adquiridos (ou fortalecidos) nos últimos 10 anos se transformaram em características sociais. São símbolos de uma evolução que representa uma grande revolução do fazer ("modus operandi") e que, como em um círculo, gira e resulta em novas e consequentes mudanças de comportamento.

Vieram do novo e trouxeram consigo as novidades - comportamentos antes impossíveis deram poder às pessoas. O poder de fazer de forma diferente, de viver de forma diferente e de ser diferente. Crescidos com a evolução tecnológica, estes conceitos desenharam o mundo das possibilidades em diversas áreas e aspectos. As pessoas podem infinitamente mais.

No mundo dos negócios, me referindo mais especificamente à atração e fidelização de clientes, estas mudanças trouxeram vantagens e benefícios jamais vistos: encurtou os muros de barreiras ao consumo, derrubou requisitos demográficos de acesso a produtos em muitos segmentos de mercado (incluindo além de espaço geográfico, fatores como idade, religião, etc) e ampliou o leque de atuação das empresas.

Tantas possibilidades geraram como resposta a independência das pessoas - liberdade de percepção e de escolha, de ir e vir e mudar de marca de acordo com sua conveniência. Já as empresas estão correndo para acompanhar as mudanças sociais; fenômeno de consequência maravilhoso, mas ainda longe de ser alcançado. Vê-se uma grande corrida à profissionalização, a fazer o que é certo e ser verdadeiramente e naturalmente atraente.

Nesta busca contra o tempo, a manipulação deu lugar à transparência, a decisão de posicionamento de marca mudou de sujeito e, ironicamente, em época de ovelhas desgarradas, o caminho para a manutenção e fidelização de clientes e para a sustentabilidade do negócio em longo prazo parece ser o da proximidade e criação de relacionamentos. Conceitos antagônicos? O novo consumidor irá permanecer com a velha e boa empresa? O instável passará a ser constante?

A resposta a estas perguntas pode ser "sim" se, ao contrário, encararmos os conceitos presentes como complementares. Este é o grande desafio do Marketing: criar relacionamento com quem gosta de flerte. É possível, mas as empresas terão que ser boas o bastante; precisarão - mais do que nunca - ser objetos de admiração, empatia e identificação. Precisarão utilizar a experiência e acrescentar uma nova linguagem; renovar-se constantemente para serem naturalmente atraentes ao estabelecerem relacionamentos. O caminho só tem uma estrada: a da Gestão Estratégica com foco no cliente. O mundo ainda muda e anseia por muito mais.

Por: Kláudia Sabino

Gerente de Marketing na Alliance Empreendimentos. Graduada em Psicologia (PUC-GO); especialista em Psicodrama (SOGEP) e tem MBA em Marketing pela UFRJ. É professora de pós-graduação nas faculdades Alfa e Instituto de Pós-graduação (IPOG) e professora de Empreendedorismo e Plano de Negócios do Programa Minha Primeira Empresa (SIC-GO / AJE)


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