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7 importantes dicas universais de investimento em 2013

Focar em alguns fatores é fundamental para qualquer empresa que pretende crescer em mundo de mudanças. Saiba quais são elas e quais você deve seguir

Por | 13/12/2012

pauta@mundodomarketing.com.br

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Chegamos à época do ano em que a maioria das organizações faz seus balanços e planejamentos. É momento de olhar para dentro e para o mercado. O monitoramento das atividades e alcance dos objetivos já ocorreu ao longo do ano. A reflexão agora é um pouco mais profunda e deve dispensar atenção às prioridades da organização. 
 
Focar em alguns fatores, porém, é fundamental para qualquer empresa que pretende crescer em mundo de mudanças. A seguir, apresento sete importantes dicas universais de investimento e, ao mesmo tempo, proponho um exercício: pense nas necessidades específicas da sua empresa e complete-as até chegar a dez dicas ou mais.
 
1) Estratégia
Para onde e como caminharão os gestores e demais funcionários da empresa se não há objetivos e estratégias definidas? Os valores, a missão e a visão de uma organização, apesar de terem sido jogados ao "senso comum" tem papel extremamente importante na integração das equipes rumo ao objetivo maior. Eles norteiam as decisões dos gestores e direciona o trabalho de todos.  Que outros diferenciais podemos oferecer além do produto? Eles surgem ao pensar a organização e naquilo que pode ser seu maior valor.  Conhecer as próprias capacidades, expertises e fraquezas, estudar o mercado e o setor de atuação continua sendo ações de planejamento condicionais à uma gestão com maior possibilidades de sucessos. 
 
2) Transparência
Em um momento onde os clientes auxiliam no desenvolvimento de produtos e atestam valores a eles, em todas as atividades e em qualquer setor, a transparência é palavra de ordem. Desde que o mundo é mundo, ou seja, mesmo antes da "era social", as empresas deveriam comportar-se de forma incontestável e mostrar-se com nitidez. Hoje, porém, pessoas e empresas estão mais expostas e a transparência se fortalece enquanto característica social. O resultado é que elas estão percebendo - algumas ainda com muita resistência - que serão rejeitadas, caso sejam omissas ou dissimuladas. Atitudes autênticas, proativas, de disposição e antecipação de informações serão cada vez mais valorizadas. Ou seja, por favor, não mintam (ou tomem atitude semelhante) para um cliente que reclamou no Twitter.
 
3) Inovação
O mundo está mudando rapidamente e as pessoas também. A (re)volução pela qual passamos só é comparada à Revolução Industrial, pela grande repercussão e interferência na forma de ser e fazer das pessoas. A forma e alternativas de trabalho mudaram; o acesso à tecnologia é crescente e o comportamento social mudou. O impacto destas mudanças nas organizações já tem provocado desestabilizações. O resultado que vemos é um descompasso entre as ações que estão sendo propostas e a realidade do cenário externo - um gap, provocado pelo não acompanhamento das mudanças na mesma velocidade em que acontecem. Manter o crescimento neste novo mundo, unindo experiência e inovação é o desafio imposto às empresas. 
 
4) Dados internos 
Os dados contidos em seus sistemas de informação são uma mina de ouro de que as empresas dispõem. Através da análise aprofundada e sistemática dos mesmos, é possível trilhar caminhos com muito maior possibilidade de sucesso. Tais análises e cruzamento dos dados obtidos na organização apontam situações que podem passar despercebidas em uma análise superficial ou isolada. Várias providências estratégicas e ideias podem ser sugeridas e a mudança do leme pode se dar em vários aspectos de cada setor - da produção à logística ou ao plano de marketing e vendas. Utilizar os dados das atividades dos clientes na empresa dá maior competitividade a ela. Não adianta estudar o comportamento da concorrência se os dados internos não são exaustivamente analisados e interpretados. Uma análise SWOT bem feita deve contemplar informações extraídas destas análises e, para o início da prática, é recomendável que o Planejamento Estratégico só seja realizado após a conclusão destas etapas.
 
5) Engajamento
É sabido que consolidar uma boa estratégia de comunicação é fundamental para a fluidez dos trabalhos e consequente conquista dos objetivos de uma organização. Contudo, o que comumente acontece é apenas uma comunicação distante, informacional e que não proporciona engajamento. Com as mudanças de comportamento social, os colaboradores permanecem felizes em uma empresa se engajadas nos objetivos e estratégias desta, se sentirem parte da causa. Os clientes compram e continuam recomprando das marcas se, além de aprovar seus produtos e sua atuação, são envolvidos em seus processos e em seu mundo e a admira. Com um sem fim de ofertas, não há fidelidade que se possa criar com um programa de pontos. Em vez dele, as estratégias de Branding e relacionamento fortalecem a cultura e criam engajamento e valor. 
 
6) Desenvolvimento de líderes
Tão ruim quanto não definir estratégias é defini-las de forma equivocada ou ainda não conseguir gerenciar os processos de trabalho e as equipes em torno destes.  Os líderes participam da definição dos objetivos e precisam estar preparados para o entendimento dos problemas internos e suas causas, bem como devem estar atualizados para os novos desafios que se apresentam. Como as organizações estão sendo impelidas a mudar, é preciso que seus líderes sejam integrados a este processo de mudança e renovação. Desenvolver habilidades, atualizar ferramentas e a forma de enxergar situações, amplia conhecimento e aumenta a performance do líder. O resultado, entre outras respostas, traz maior produtividade e auxilia a empresa a evoluir. 
 
7) Social e Sustentável 
O mundo todo está voltado à sustentabilidade. As empresas, espontânea ou forçosamente, tem deixado de ver a Responsabilidade Social como "ferramenta de marketing" e hoje já se voltam para a questão em função da preocupação real com as futuras gerações e com a qualidade de vida das pessoas. Praticar a sustentabilidade está se tornado parte da filosofia empresarial. A tendência de reduzir, reutilizar e reciclar tem sido utilizada em vários mercados - de energia ao mercado de produtos de luxo, numa demonstração de cuidado com o mundo e com as pessoas. Mas ainda há muito por fazer e as organizações são as maiores contribuidoras. Mãos à obra.
 

Por: Kláudia Sabino

Gerente de Marketing na Alliance Empreendimentos. Graduada em Psicologia (PUC-GO); especialista em Psicodrama (SOGEP) e tem MBA em Marketing pela UFRJ. É professora de pós-graduação nas faculdades Alfa e Instituto de Pós-graduação (IPOG) e professora de Empreendedorismo e Plano de Negócios do Programa Minha Primeira Empresa (SIC-GO / AJE)


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