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Data Driven, o maestro do Marketing Digital

Usar plataformas para guiar as decisões de negócio e facilitar a análise dos consumidores é importante, porém, pensar na inteligência de dados que as alimenta é fundamental

Por | 01/11/2017

pauta@mundodomarketing.com.br

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Nos últimos anos, qualquer pessoa que tenha acompanhado as novidades e tendências do mundo digital já ouviu falar sobre Big Data, Data Driven, Mídia Programática e Tecnologias Preditivas - e suas aplicações relacionadas às ações de marketing, comunicação e direcionamento de negócio.

Enquanto isso, no mercado internacional, o momento é de implementação de tecnologias de captação, análise e ações com base em dados. Dentre os objetivos desse movimento, vale destacar o entendimento do Omnichannel, predição de movimentos de mercado, segmentação em tempo real e visão 360º dos usuários em diferentes dispositivos. Conforme pesquisa realizada pelo instituto eMarketer em 2016, no Brasil, 18% dos líderes de marketing já esperavam o aumento das soluções de tecnologia preditiva, enquanto 24% dos CEOs tinham como principal estratégia a introdução de inovações disruptivas, deixando de lado a preocupação se o cenário nacional estava preparado para esse tipo de mudança e se seria possível tirar bom proveito dela.

O uso de plataformas de ponta para guiar as decisões de negócio e facilitar a análise dos consumidores é de extrema importância. Porém, pensar na inteligência de dados que alimenta essas ferramentas é mais relevante. Antes de nos preocuparmos com a tecnologia, precisamos falar de mensuração. Como estão os dados coletados por sua empresa atualmente? Você está registrando o contato do usuário com sua marca? Já existe uma visão unificada dele em desktop e mobile? Como está o seu principal Key Performance Indicator (KPI)? Essas fases precisam ser concluídas antes de a maturidade digital ser atingida.

O Data Driven nada mais é do que a inteligência de guiar as decisões estratégicas antecedendo acontecimentos para otimizar os resultados. Para atingir esse patamar, mensurar os dados é o ponto de partida para entender o que aconteceu e por quê? Em seguida, é possível realizar um estudo sobre qual a solução tecnológica é a mais adequada para organizar e extrair o melhor dessas informações. É necessário pensar em ações capazes de cruzar comportamentos para entender os perfis de consumo, utilizando essas audiências para mídia e gerando insights para decisões capazes de incrementar o desempenho de diferentes setores da organização.

Em 2016, a Oracle, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, lançou um documento chamado The Guide to Building Your Marketing Technology Stack, que mostra que o mercado já dispõe de 4 mil tecnologias MarTech - novo termo para soluções que auxiliam nas decisões de marketing. Com essa infinidade de possibilidades, como escolher a melhor para seu negócio? A melhor prática é investigar e comparar, definindo, uma maneira de usar todos os dados que sua empresa possui.

Além de saber quais as possíveis formas de uso dessas informações, sempre priorizando a transparência, é fundamental entender se a solução possui uma implementação compatível com as tecnologias internas da companhia. Todo esse potencial deve ser utilizado de forma automática e passível de ser escalonado para novos aprendizados e otimização dos próximos moves.

Uma vez concluído o estudo em relação aos consumidores e como eles interagem com sua marca, as companhias terão insumos, não apenas para entrega de mídia e comunicação, mas também para direcionar as informações para a tomada de decisões, como onde abrir uma nova loja física, se existe a necessidade de alterar o preço de um produto ou ainda se a marca precisa se reposicionar no mercado.

Isso tudo pode começar em pouco tempo. Basta entender o momento em que seu negócio se encontra e elaborar as estratégias de curto, médio e longo prazo. O pontapé inicial é se questionar se a ferramenta de analytics é explorada em todo o seu potencial. A partir disso a companhia passa a ser capaz de estabelecer uma base sólida para manter o processo em andamento em toda sua operação.

Por: Helen Modesto

Head de Data Intelligence na NewBlue


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