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SXSW 2017: lições sobre o uso de Big Data nas empresas

Construir uma inteligência preditiva é crucial em momentos complicados para manter o resultado da companhia, adotando movimentações que façam sentido para diferentes grupos

Por | 03/04/2017

pauta@mundodomarketing.com.br

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Proveniente da transformação digital, o Big Data é uma forma disruptiva de planejamento preditivo, uma tendência mundial sobre a qual, por mais que já tenhamos lido e ouvido muita coisa a respeito, tudo parece complexo de se executar. No Brasil, acompanhamos muitas empresas falando e querendo saber mais sobre como começar a utilizar esse nível de inteligência em seu negócio - o que já é a realidade de muitas empresas mundo a fora.

Ao encontro a este movimento, a edição 2017 do SXSW trouxe debates sobre como funciona a dinâmica do Big Data e de todo esse movimento do mercado em que a riqueza de informações de uma empresa é o principal combustível para seu sucesso.  O festival South By Southwest (SXSW), realizado anualmente no mês de março, na cidade de Austin, Texas, nos Estados Unidos, é o maior evento de tendências guiadas pela tecnologia do mundo - desde a publicidade até avanços na saúde, meios de transporte, experimentos científicos, filmes e produção de música. As pautas giram em torno de Inteligência Artificial (AI), Big Data, Machine Learning e Personalização de Conteúdo.

Um exemplo foi o painel "20 Years of Data: The Heartbeat of the Internet", ministrada por Jon Roberts - pHD em Física e que em 2013 entrou no mercado de mídia, que abordou sua passagem pelo About, um site de conteúdo britânico. A realidade do About não era muito diferente de muitas empresas do mercado brasileiro: uma infinidade de informações de como os usuários consumiam aquelas páginas, porém sem nenhuma utilização desse tesouro. Então, Roberts e sua equipe fizeram esforços para Identificar, categorizar e subcategorizar todos os conteúdos publicados no site. Com todo o conteúdo já mapeado, foi possível enxergar padrões de comportamento, o que eles chamaram de "batimento cardíaco do século 21".

Construir uma inteligência preditiva pode ser crucial em momentos complicados para manter o resultado da companhia, adotando movimentações que façam sentido para diferentes grupos de usuários para alavancar o resultado em qualquer flutuação dos números. 
Conceber um projeto de Big Data é algo constante e sem fim, em que as mudanças devem ser mapeadas, assim como as variáveis externas que movimentam os números internos devem ser estudadas e atualizadas para que esses dados façam sentido e as previsões sejam assertivas.

Esclarecer os benefícios do uso do Big Data no meio corporativo pode mudar o direcionamento de uma companhia para oferecer o que faz sentido para o público atual. No caso do About, em 2016, a empresa abriu mão de ter um único site e, atualmente, possui 4 verticais para assuntos específicos, segmentados e atualizados. Os colaboradores que acharam que a fragmentação do portal enfraqueceria a marca se enganaram. As verticais já possuem 75% mais tráfego do que as categorias do antigo About.

Parte do segredo do sucesso está escondida no seu negócio. Tudo o que já foi feito em um projeto pode ajudar a prever o futuro, mesmo que sejam necessárias mudanças. Tudo parte do princípio de organizar a casa, encontrar seu valor e traçar um objetivo. E isso pode começar hoje

Por: Helen Modesto

Head de Data Intelligence na NewBlue






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