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Gift cards elevam rentabilidade de pequenos espaços nas lojas

Sua lucratividade e baixo risco estão levando os varejistas americanos a abrirem espaços específicos para a comercialização dos gift cards, ou cartões-presente

Por | 01/10/2013

pauta@mundodomarketing.com.br

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Na geografia do varejo, o preço do metro quadrado varia de acordo com o olhar do cliente. E no quesito "compra de impulso", a ponta de caixa equivale ao Leblon, o bairro mais caro do País, localizando no Rio de Janeiro. Afinal, quem nunca pegou um chocolate, revista ou chiclete sem necessidade, enquanto aguardava sua vez de pagar pelas compras?

O espaço é nobre, mas as mercadorias que o ocupam geralmente são de baixo valor agregado. Primeiro, para favorecer o impulso. Segundo, pela própria limitação de espaço: para tirar o máximo dele, é preciso oferecer a maior variedade possível de itens - e aí quem é menor, se sai melhor.

O varejo norte-americano encontrou uma alternativa que melhora o resultado dessa equação. Trata-se de um cartão de papelão com cerca de 15 cm de altura, que ocupa muito pouco espaço. Ele, por si, não vale nada: é preciso passar pelo leitor de código de barras do caixa para que seja ativado. E pode ser comercializado por até R$ 50,00 a unidade.

Sua lucratividade e baixo risco estão levando os varejistas americanos a abrirem espaços específicos para a comercialização dos gift cards, ou cartões-presente. Em alguns grandes varejistas, já é possível encontrar gôndolas com mais de 500 diferentes opções.

Por aqui, o mercado está em fase inicial, mas já exibe resultados bastante animadores. Como boa parte do setor ainda é turbinada por games, alguns lançamentos já provocam filas na porta das lojas. Além do volume de vendas, os cartões-presente levam clientes novos às lojas, que muitas vezes aproveitam a viagem para outras compras.

Atualmente o mercado conta com duas modalidades de cartões: os que são carregados com um valor para aquisições na própria loja (modelo mais tradicional) e os que são carregados com serviços, como é o caso dos games, mas também podem oferecer assinaturas de jornais e revistas, almoços ou jantares em restaurantes e aventuras.

O gift card é também uma excelente alternativa para aumentar o portfólio de produtos de uma loja. Um estabelecimento que comercializa CDs, por exemplo, pode começar a vender música online, comercializando os respectivos gift cards.  Se assinaturas de jornal e revista tiram vendas das livrarias, elas podem lucrar com sua venda, comercializando-as por meio dos cartões de presentes.

Gift cards são cartões pré-pagos, um arranjo de pagamento em expansão em todo o mundo. No Brasil, o Grupo Setorial de Pré-Pagos (GSPP) estima que eles responderam por 4% do consumo privado em  2010, mas alcançarão 10% em 2020.  Os R$ 84,6 bilhões transacionados em 2012 alcançarão R$ 117,0 em 2017. Trata-se de um montante muito expressivo, que deve ficar na mira de todo varejista.

Por: Gustavo Chicarino

Diretor de Comunicação do Grupo Setorial de Pré-Pagos






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