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A lição que fica após a Copa do Mundo Feminina

As primeiras empresas que aproveitaram a oportunidade de apoiar e gerar visibilidade para o evento esportivo, conquistaram o coração do público ávido por propósito

Por | 15/07/2019

pauta@mundodomarketing.com.br

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A influência do que acontece no ambiente digital têm impactado cada dia mais o modo como as organizações traçam seus planos de marketing e vendas. E o mais recente exemplo é a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que pela primeira vez teve jogos da seleção brasileira sendo transmitidos pela Tv aberta, que comprova a força da internet neste tema, a partir de movimentos criados e sustentados pelos próprios internautas. As pessoas se mobilizaram, cobraram maior atenção e o resultado que fica, na verdade, é uma grande lição para as marcas.

Temos, neste cenário, dois aprendizados diferentes. O primeiro trata como algumas marcas e empresas ainda caminham lentamente quando a questão é engajamento, inovação e criatividade. No caso da Copa do Mundo Feminina, as primeiras empresas que aproveitaram a oportunidade de apoiar e gerar visibilidade para o evento, conquistaram o coração do público. Além de ser uma poderosa ferramenta, o marketing esportivo tem o poder de mover e engajar um grande número de pessoas. E infelizmente, ainda faltam iniciativas.

A segunda importante lição é como a diversidade importa. Não cabe mais a diferenciação de gênero no esporte ou qualquer outro segmento. As marcas, sejam elas brasileiras ou não, que perderam a chance de se posicionar e apoiar o evento, tiveram, sem dúvida, um débito enorme no quesito institucional. Recente pesquisa, realizada no primeiro semestre pela Accenture Strategy, empresa global de consultoria de gestão, Tecnologia da informação e outsourcing, mostrou que 83% dos consumidores brasileiros preferem comprar de empresas que estão alinhadas com seus valores pessoais. Não basta engajar e se posicionar apenas quando buscam vender algum tipo de produto ou serviço, mas sim em ações e movimentos que condizem com os valores da empresa e de todos os stakeholders. Isso muda a percepção do público e pode ser fundamental no crescimento de uma marca, ainda mais com a influência externa que existe atualmente. 

Durante a Copa do Mundo não faltou cobrança por engajamento, desde as jogadoras até o público geral. Em um overview é possível dizer que essa Copa representou não só a importância do futebol feminino para o país, mas também como nós enquanto empresas devemos agir. 

As lições foram muitas, agora é momento de repensar estratégias e garantir que o cenário para a próxima edição da Copa do Mundo seja outro. Foi um bom ponto de partida, mas 2019 precisa ser o modelo de como seguir por novos caminhos. A Copa do Mundo Feminina terminou, e o trabalho para as marcas está só começando.

Por: Gustavo Caetano

CEO da Samba Tech, que ajuda centenas de empresas a se comunicar melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa, Transmissão ao Vivo e TV na Internet cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Por meio da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade


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