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Olimpíadas e gamification

O esporte produz dopamina. E o gamification também. Através de desafios, superação de metas e recompensas, o objetivo é criar o engajamento das pessoas num produto ou serviço

Por | 11/08/2016

pauta@mundodomarketing.com.br

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Não há dúvidas de que as Olimpíadas são o momento de maior interesse mundial pelos esportes. Milhões de espectadores acompanham em tempo real as várias modalidades, seja presencialmente ou através das transmissões via satélite e mais recentemente via web.O mundo está cada vez mais conectado e possibilita que os mais remotos pontos do globo tenham acesso aos jogos.

Mas o que realmente traz tanto interesse? Nada mais do que a competição em si, a superação de metas, a conquista de desafios. Mesmo que através dos atletas, todos os expectadores experimentam uma reação em seus cérebros desencadeada pela liberação de um potente estímulo chamado dopamina.

Essa é a mesma reação que as pessoas em geral experimentam quando estão envolvidas por uma ação baseada no conceito de gamification. É isso que se quer provocar com ações de marketing baseadas nesse conceito. Através de desafios, superação de metas e recompensas, o objetivo é criar o engajamento das pessoas num produto ou serviço.

Num mundo onde um like tem um valor alto, quanto vale realmente ter além de um like? Ter uma relação de muito mais tempo de interação com sua marca? Através de ações digitais baseadas em plataformas de engajamento, é possível criar uma relação mais próxima do cliente com a marca, angariando informações qualitativas sobre seus produtos ou serviços assim como sobre o próprio consumidor.

Em tempos onde o crescimento orgânico nas mídias sociais é extremamente limitado, sendo necessário o investimento em mídia para atingir uma amplitude maior em sua comunicação, por que não investir em soluções de engajamento através de mecânicas de gamification? Projetos recentes baseados no recurso mostram dez vezes mais conversões em vendas se comparados com iniciativas no Facebook e 50% de incremento no ticket médio com o uso de recompensas ofertadas nas campanhas. É possível notar também até 50% a mais de clicks se comparado a campanhas tradicionais como e-mail marketing.

Claro que Google e Facebook têm uma relevância enorme, assim como Instagram, Twitter e mais recentemente o Snapchat. Mas pense bem, qual é a informação que essas redes trazem a respeito de quem é o seu consumidor e de como ele se comporta? Onde está o tão desejado Big data?

Nesse momento de Olimpíadas e de todo esse engajamento presencial e na rede em torno de um grande evento, as marcas poderiam criar seus próprios eventos e com isso não ter apenas likes, mas sim um aumento da profundidade de seu relacionamento com seus consumidores, trazendo maiores benefícios para ambos.

Com esse cenário, fica claro que é mais do que necessário manter o apoio à comunicação nas mídias sociais. O poder que elas apresentam é, sem dúvidas, enorme, mas está muito claro que também se pode fazer mais e com informações muito mais qualitativas. As ferramentas estão aí! Basta olhar para o lado e perceber que se pode ir um pouco mais além.

Por: George Mavridis

Diretor de desenvolvimento de negócios e relações com o mercado da agência Bblender


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