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C2C mobile: por que investir no Brasil em um momento de crise

Uma plataforma de compra e venda entre consumidores focada no mobile é uma estratégia que pode fazer girar um tesouro escondido por potenciais vendedores e compradores

Por | 05/01/2016

pauta@mundodomarketing.com.br

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O Brasil passa por uma crise e todo mundo sabe. Investir em um novo negócio no país - e estamos falando de uma entrada agressiva, que prevê investimento de mídia e a busca por um mercado mainstream - pode parecer loucura.

O Yop, um aplicativo social para compra e venda pelo celular, chega ao país nesse cenário. Com uma ideia gestada em janeiro de 2015, o aplicativo foi lançado em beta, no Brasil, em abril e, em setembro, começou com as operações na Argentina, no México e na Colômbia. Agora, em novembro passado, fez seu lançamento oficial no Brasil - em um evento em São Paulo e campanha na TV -, já com um registro de mais de 1,5 milhões de downloads.

Esses não são os únicos números que justificam o otimismo. O e-commerce deve movimentar cerca de R$ 64 bilhões em 2015, segundo dados da e-Consulting. O crescimento em relação ao ano anterior deve passar dos 20%.

Esse estudo aponta que, além do e-commerce tradicional, os modelos de C2C (Consumer to Consumer) e de redes e sites de troca devem ganhar força. E é aí que entra o Yop.

O Brasil tem um dos maiores cases de sucesso em C2C, o Mercado Livre. Para se ter uma ideia, no terceiro trimestre de 2015 a empresa obteve um lucro líquido de US$ 45,6 milhões, alta de 35,2% em relação ao ano anterior.

Além disso, uma pesquisa do Ibope encomendada por outro player de C2C, a OLX, aponta que 38% dos brasileiros possuem itens sem uso que poderiam ser comercializados, somando cerca de R$ 105 bilhões.

Desse total, 40% dizem ter produtos sem uso na categoria eletrônicos, celulares e informática, o que representaria um potencial de 23 milhões de itens, avaliados em R$ 12 bilhões. De acordo com o IBOPE, a categoria é a que possui o maior número de itens acumulados pelos brasileiros.

Diante disso, e do crescente número de dispositivos móveis no Brasil, uma plataforma de compra e venda entre consumidores focada no mobile é uma estratégia que pode fazer girar esse tesouro escondido por potenciais vendedores e compradores em gavetas por todo o país.

Mais do que uma plataforma de C2C, o Yop chega querendo ser mais parecido com uma rede social como o Instagram, o Facebook ou o Pinterest do que com as ferramentas de Consumer to Consumer existentes atualmente.

O Yop foi o primeiro aplicativo a integrar uma ferramenta de bate-papo, permitindo a compradores e vendedores negociarem o preço dos produtos, que são negociados e pagos dentro da própria ferramenta. O app possui busca por geolocalização e também um feed onde o usuário pode acompanhar a sua atividade pessoal e a dos seus amigos. No Yop, usuários podem curtir produtos e seguir amigos, vendedores e até mesmo criar sua própria comunidade. Ao final da compra, o usuário pode fazer uma avaliação da sua experiência e do produto, deixando um feedback aos vendedores e dando um voto positivo, negativo ou neutro.

O Yop quer chegar a ser o maior Mobile Only Social Marketplace da América Latina. O app quer mudar a forma como as pessoas compram na internet, transformar essa experiência em uma nova forma de comprar, mais divertida, rápida e segura, permitindo a negociação na rede de amigos e perto do usuário. O ramo é promissor e tende a explodir nos próximos cinco anos.

Por: Flavio Maria

CEO da Future Group Holding e Conselheiro e investidor do Yop.


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