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A Informação em nossas mãos

Devemos analisar friamente se nos dias de hoje é viável continuar com os mesmos métodos usados há décadas, porém, enfrentando novos problemas como a velocidade de propagação de informaçõ

Por | 02/09/2011

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Por Fernando Funicelli*

Você já se imaginou acordar sem o seu celular, seu notebook ou qualquer outro meio de comunicação e informação que venha dessas parafernálias do mundo moderno?  Hoje, todas essas tecnologias passam despercebidas pela maioria das pessoas em todo o mundo. O que não entra mais em nossas cabeças é como seria viver sem tudo isso ao nosso lado. Viver com pouca tecnologia seria até suportável, porém, viver sem ela, seria inconcebível no mundo em que vivemos. A influência da informação em nossas vidas por meio da tecnologia já se tornou um habito diário para nós. Mas, eis que deixo aqui um desafio: será que você conseguiria passar 24 horas sem ter ao seu alcance TV, Rádio, Celular, Computador, dentre outras ferramentas?
 
Acredito que a maioria dos leitores deste artigo responderá que não conseguem mais viver sem a informação, sem os equipamentos, sem a tecnologia que utilizamos para ficarmos antenados com o planeta. O que nossos avôs viveram, certamente não faz mais sentido. Com respeito a tudo que viveram, o mundo atual respira novidades, mudanças, velocidade. Hoje, contamos com extensas bibliotecas em nossos bolsos, seja no celular, no netbook ou até mesmo em um pen-drive. Uma vida calma, sem pressão do mundo globalizado já não existe mais.
 
As barreiras físicas em tese foram extintas, estamos há apenas alguns passos para comprovar a teoria dos "6 graus de separação".  E o que vem a ser esta denominação, eis que se pergunta neste exato momento? Qualquer pessoa do mundo pode receber uma mensagem de qualquer outra pessoa a apenas "seis graus de separação", repassando-a de amigo a amigo. Mensagem essa que está muito mais fácil e rápida de ser repassada por meio das redes sociais.
 
Empresas sociais em sua essência
As empresas sabem da carência do ser humano em compartilhar, expressar idéias, opiniões, mostrar o que sabem. Sendo assim, os investimentos em relacionamento, principalmente nas redes sociais recebem valores cada vez maiores. Mas isso é o bastante?
 
Os usuários usam o meio digital para estreitarem relacionamentos com outras pessoas de mesmos interesses, criam blogs e fóruns de discussão para compartilharem acontecimentos e conhecimento, conversam sobre assuntos diversos em comunidades, programas de mensagem instantânea e muitos outros canais de comunicação digital há anos e de forma cotidiana, enquanto mais uma vez, a maioria das empresas demoram a identificar essa oportunidade e trazer para seus próprios negócios.
 
Vale ressaltar novamente a importância da atuação das empresas nas redes sociais. Hoje, este canal já está consolidado e qualquer empresa séria tem o comprometimento de atuar nesse canal de forma estratégica e muito bem planejada. Se sua empresa já atua desta maneira nas redes sociais, pare por um minuto e questione-se: Com isso você acredita que sua empresa seja social em sua essência? _ Muito provavelmente sua resposta foi sim, mas estas ações não são o suficiente.
 
O mundo mudou, as empresas precisam aperfeiçoar seus processos internos e aproveitar com inteligência junto com a tecnologia atual, o maior capital existente dentro de qualquer corporação - os colaboradores. São eles que detêm todo o conhecimento e informações estratégicas de qualquer negócio.
 
Novamente, são poucas as empresas que saem à frente e investem em alguma plataforma digital para que seus colaboradores trabalhem de forma colaborativa, compartilhando conhecimento e experiências.  Porém, elas não são visionarias, e sim, empresas que conseguem identificar um ponto fraco e talvez até uma oportunidade para a otimização de seus processos e resultados, não aguardando por mudanças vindas de seus concorrentes, promovem inovações de dentro para fora, tornam-se sociais em sua essência e abrem vantagem no mercado.
 
Cada ser humano é único, assim como suas experiências e ponto de vista. As empresas em sua maioria trabalham para a massa, então, por que deixar, por exemplo, todo o planejamento de marketing com apenas um, dois ou mesmo três profissionais? O planejamento de marketing em pouco tempo tende a ser feito de uma forma muito mais social e colaborativa, agregando experiências e opiniões distintas de vários profissionais da empresa, pois não existe maneira melhor de identificar como atingir todos estes consumidores reduzindo o ruído na comunicação e com uma alta taxa de retorno, do que promovendo um trabalho feito em conjunto por diversos profissionais. Se você tem quinze profissionais de marketing dentro da sua empresa, por que somente um deve definir sua atuação, se você pode contar com a experiência e vivencia de todos eles? O exemplo foi dado com os departamentos de marketing, mas este modelo deve ser reaplicado em todos os departamentos, interligando-os.
 
Devemos analisar friamente se nos dias de hoje é viável continuar com os mesmos métodos usados há décadas, porém, enfrentando novos problemas como a velocidade de propagação de informações, novo perfil dos colaboradores, e principalmente, as novas tecnologias. Sua empresa já está pronta para essa mudança? Fica aqui a pergunta e quem quiser interagir na questão, fica o meu email: fernando@adfactory.com.br. Terei a maior satisfação em debater o assunto.
 
* Fernando Funicelli é especialista em Marketing Digital e fundador da AD Factory.

Por: Fernando Funicelli




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