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O que o Luxo pode aprender com a Arte

Fernanda Feitosa, Presidente da SP ? Arte fala sobre as semelhanças entre os dois mercados

Por | 25/05/2011

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Fernanda Feitosa, criadora e Presidente da SP - Arte - Feira Internacional de Arte de São Paulo, começou sua participação no Atualuxo 2011 mostrando a evolução do mercado de arte no Brasil e como a Feira, uma das três únicas do Hemisfério Sul juntamente com a de Buenos Aires e a da Austrália, ajudou a estimular o segmento.

Há sete anos, quando o evento começou, havia quatro galerias participando, todas da cidade de São Paulo. Hoje são 88 galerias brasileiras e estrangeiras, movimentando R$ 30 milhões anuais. Neste período, também houve um movimento contrário, com mais artistas brasileiros participando de bienais e feiras internacionais.

Com a SP - Arte, Fernanda que teve a ideia da feira a partir do hobby de visitar galerias e museus, conseguiu inserir a capital paulista no circuito internacional de arte, posicionamento o Brasil como pólo produtor e irradiador cultural.

Apesar da evolução, o mercado de arte brasileiro ainda enfrenta desafios, entre eles o de aumentar a divulgação das Artes e Culturas para a população. "Embora uma obra de arte seja para poucos, desfrutar a produção cultural é para todos." Os números provam isso. Dos 17 mil visitantes da feira, somente mil são compradores. Os outros 16 mil se informam, se apaixonam.

Luxo se apropria da arte
Outro ponto importante é a necessidade de profissionalizar o setor com a criação de cursos de gestão para fomar diretores de museus e de galerias. Mas e o Luxo, o que pode aprender com a Arte? Para a Presidente da SP - Arte, as marcas de Luxo, principalmente as tradicionais, se apropriam da arte contemporânea para contextualizar os dias hoje, já que são uma reflexão do momento atual. É uma maneira da arte emprestar atualização a marcas e produtos.

Não é à toa que a flagship store da Louis Vuitton em Paris é mais um museu do que uma loja, como foi destacado na apresentação de ontem de Yaffa Assouline e Christophe Rioux. Com o mercado saturado de oferta, o objetivo não é mais satisfazer uma necessidade indispensável de compra, mas sim suscitar a vontade por uma oferta incortonável, que traz consigo algum benefício de uso íntimo, pessoal, de prazer e serviço suplementares.

Fernanda reforça essa teoria dizendo que ser um colecionador de arte é uma atividade solitária. Sem esquecer que hoje compramos cada vez mais o conteúdo imaterial dos produtos. Por isso, de certa forma, um comprador de arte e de um produto ou serviço de Luxo é o mesmo. Nada mais único, exclusivo e raro - tudo o que o consumidor de Luxo procura - do que uma obra prima. Isso é Luxo.

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