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Marketing digital, eleições 2018 e qualificação profissional

Internet acaba sendo o caminho escolhido para que os candidatos se apresentem aos eleitores e é uma forma positiva para uma campanha de sucesso, quando feita de forma adequada

Por | 23/08/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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As eleições 2018 estão sendo marcadas pela escassez de recursos financeiros, como já era previsto desde a minirreforma eleitoral de 2017 e a decisão do STF, Supremo Tribunal Federal, que pôs fim à doação das empresas para as campanhas eleitorais. Por esta razão, mais do que nunca, o ambiente digital acaba sendo o caminho escolhido para que os candidatos se apresentem aos eleitores.

É interessante perceber como esse ambiente e o Marketing Eleitoral podem contribuir de forma positiva para uma campanha de sucesso, quando aliadas de forma adequada.

Mais do que isso, é interessante perceber o mercado que se abre para os profissionais do marketing digital, com o desenvolvimento de um nicho tão promissor, afinal, campanhas eleitorais pela internet vieram para ficar. Lembrando que eleições no Brasil ocorrem de dois em dois anos e que, além disso, cada vez mais os mandatos, sejam executivos ou legislativos, se utilizam do ambiente digital para trabalhar sua comunicação.

Uma das grandes dificuldades nesta reta final das eleições 2018 (isso mesmo, as eleições nem começaram e já estão terminando, pois a campanha ficou, em tese, restrita a 45 dias), é encontrar especialistas que consigam aliar o conhecimento de marketing digital ao marketing político.

É importante deixar claro que temos profissionais altamente qualificados para organizar as campanhas eleitorais no ambiente digital. Nomes como Rodrigo Gadelha, Fred Perillo e Marcelo Vitorino estão aí para comprovar isso, mas falo, também, das equipes operacionais. Há muita gente boa no mercado, mas se considerarmos o número de candidatos aos diversos cargos, majoritários ou proporcionais, que temos Brasil afora, é possível dizer que não temos mão de obra qualificada para atender a todos.

É verdade que o mercado vem se moldando, vem se aperfeiçoando, mas ainda temos um caminho a percorrer. E há um ponto a se considerar, pelo menos na minha visão, encontrar profissionais que consigam aliar conhecimento de marketing digital com o gosto pela política é o ideal. Como em qualquer segmento, o político tem suas especificidades e entendê-las requer dedicação e afinidade. Sem essas duas coisas, corre-se o risco de termos um profissional executor de ordens, que pouco acrescenta a um trabalho que requer dedicação,visão e  contribuição intelectual.

Claro que há funções que podem ser desempenhadas por profissionais de marketing digital sem que haja necessidade de qualquer conhecimento político, mas quando é possível aliar as duas coisas, temos um diferencial interessante.

Por sorte, temos visto boas iniciativas para regular este mercado e proporcionar conhecimento aos profissionais que nele atuam ou que se interessam em se inserir nele, como são os casos do CAMP, Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político, e da Associação Brasileira de Comunicação e Marketing Político Digital, que está sendo formada.

Por: Ednelson Prado

Autor do livro “Marketing Político Digital: como construir uma campanha vencedora” e CEO da Vincere Comunicação


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