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Ainda dá para falar de Big Data?

Mas a Big Data continua tão relevante e atual quanto quando surgiu? A resposta é: sim, e provavelmente ainda mais. Fique atento a “tendência que nunca desaparece”

Por | 04/07/2017

pauta@mundodomarketing.com.br

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Big Data é, acredite ou não, um termo dos anos 1990. Contudo, apenas em 2012 ele começou a ganhar realmente relevância com a Gartner dando uma definição mais apropriada para o termo: "Big Data são dados de alto volume, alta velocidade e/ou alta variedade de informações que exigem novas formas de processamento para permitir tomadas de decisões, descobertas de insights e otimizações de processos aprimorados".

Em 2013, a Revista Veja colocou a Big Data como capa de uma de suas edições. Esse foi um marco no Brasil, onde o termo ganhou a atenção devida e começou a ser estudado mais a fundo. Desde então, as aplicações da Big Data expandiram, cargos específicos foram criados para cuidar dessa área e as empresas tomaram conhecimento da sua importância. Mas, como estamos falando de marketing digital, 4 ou 5 anos são quase uma eternidade. Boa parte das tendências e das maneiras de trabalhar já se esgotaram e novas tomaram o seu lugar. Mas a Big Data continua tão relevante e atual quanto quando surgiu?

A resposta é: sim, e provavelmente ainda mais. Uma pesquisa da SNS Research aponta que, até 2020, Big Data deve movimentar algo em torno de $72 bilhões no mundo. Isso é mais do que muitos mercados ligados ao militarismo atualmente, para comparação. Já temos aplicativos - brasileiros, inclusive! - para seguirmos de perto nossos políticos e seus gastos, graças a Big Data. Além disso, a grande análise de dados já é uma das armas mais eficazes no combate ao terrorismo, com o governo americano investindo quase $2 bilhões só em pesquisas na área.

Temos também, exemplos mais próximos do nosso dia a dia do uso de Big Data. O primeiro deles é a Amazon, que há anos implementou a opção "o que outros compraram também", sendo uma das primeiras do mercado a utilizar essa estratégia, saindo na frente da concorrência com o uso de Big Data. Temos também o Waze, que analisa em tempo real as informações do trânsito baseado em feedback de usuários e em informações de velocidade de deslocamento dos dispositivos conectados. O Google, claro, também tem apostas nesse mercado com o Google Now, que aprende a rotina dos seus usuários e, analisando toda essa informação, sugere meios de transporte, restaurantes e outras opções de entretenimento, com base no gosto e interesse dos usuários. Por fim, como você acha que a Netflix acerta (quase) sempre o que você vai gostar de assistir? Exato, Big Data.

Contudo, ainda há resistência por parte do mercado em relação a esse tipo de análise. De acordo com a pesquisa "Construção de confiança nas análises" (Building Trust in Analytics), da KPMG, a maioria dos executivos ainda não demonstra estar segura de que as informações geradas por meio da análise de dados são seguras. Além disso, um estudo em parceria da Capgemini e Informatica mostrou apenas 27%, menos de um terço dos projetos de Big Data são lucrativos, dando ainda muito trabalho para as empresas que buscam obter retorno do seu investimento. A pesquisa mostrou ainda que 45% dos projetos apenas cobrem os gastos e 12% estão perdendo dinheiro.

Big Data é essencial para qualquer empresa com um volume grande de informações. Se ainda não é, acredite que será no futuro breve. Entender seus consumidores, seus padrões de comportamento e seus interesses são estratégias fundamentais para se destacar em qualquer mercado. Então fique atento a "tendência que nunca desaparece", pois ainda há tempo para não ficar para trás!

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Por: Edmardo Galli

Responsável pelas operações na América Latina da IgnitionOne


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