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Redes Sociais e Big Data: se não gerar resultados, não adianta

Os dados coletados nas redes sociais representam um Big Data exclusivo com informações dos consumidores. Se analisados com rapidez, podem ajudar a gerar ações com qualidade

Por | 27/05/2015

pauta@mundodomarketing.com.br

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A realidade é uma só: quem trabalha com marketing, obrigatoriamente, terá que lidar com as redes sociais e o conceito de Big Data. A rede social tem um uso amplo e profundo. Os brasileiros, por exemplo, já passam quase 5 horas conectados por dia. Diante disso, fazer marketing baseado em números retirados desse universo é um caminho sem volta, especialmente para quem trabalha com digital. No entanto, só é possível unir esses dois conceitos se as informações forem trabalhadas em tempo real.

Não é novidade que em todo case de Social fica claro o papel da rápida capacidade de resposta. Seja em ações esporádicas, aproveitando algum acontecimento, como, por exemplo, a Oreo no SuperBowl de 2013, que, diante de um blecaute, postou imagem promovendo o biscoito, ou na atuação constante de uma marca. Estar conectado e responder com rapidez é fundamental.

Só para citar um caso recente, o Bradesco entrou no mundo do jogo de estratégia Dota (Defense of the Ancients) para sanar a dúvida de um cliente. Em pouco mais de 60 minutos, o Social Media do banco pesquisou e respondeu satisfatoriamente. O fã do game havia feito a mesma pergunta para outras instituições bancárias, mas só o Bradesco respondeu. A história curiosa rendeu vários elogios e diversas matérias sobre o assunto na imprensa.

Se as informações não forem aproveitadas de imediato, dificilmente terá valor semanas depois da interação, quando o relatório em Excel chegar no e-mail da gerência. Se a pergunta do Dota tivesse sido respondida 1 mês depois, qual seria a graça? Para ter uma atuação ágil é fundamental entender os comportamentos e os temas de interesse dos consumidores. Essa compreensão, aliada a uma equipe que acompanha os dados em tempo real e é capaz de aproveitar as oportunidades que surgem na geração de conteúdo, ações de marketing e até para prevenir eventuais crises, é garantia de sucesso.

Os dados coletados por meio das redes sociais representam um Big Data exclusivo com informações dos consumidores. Se analisados com rapidez, podem ajudar a gerar ações com qualidade e agilidade, no tempo em que o seu cliente espera. Além dessas informações, que podem ser aproveitadas em tempo real, a longo prazo, esses dados indicam padrões para prever com mais assertividade o comportamento do seu público.

Para que o Big Data e as redes sociais se tornem mais do que uma moda e gerem resultados, no entanto, o principal trabalho a ser feito é ter informações disponibilizadas em tempo real e de forma simples em dashboards, nos quais possam ser acompanhadas e aproveitadas por todas as áreas da empresa, especialmente, pelo Marketing, nas ações de Social, digital e até no offline.

Por: Diego Monteiro

Diego Monteiro é formado em Ciência da Computação pela Universidade Paulista. Em 2009, cofundou o software de monitoramento de redes sociais Scup, vendido, em 2015, para a americana Sprinklr. É autor do livro "Monitoramento e métricas de mídias sociais" (2012) e sócio da Smarty Talks, produtora especializada no conceito de "micro movies", de vídeos de ficção e documentários para celular


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