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Uma revolução de valores

A abertura para novos negócios e o caminho do sucesso não são mais determinados por número de funcionários, metragens de sedes e número de filiais

Por | 24/05/2010

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Por Denis Mello*
 
Em recente conversa com um empresário amigo, tive a oportunidade de trocar algumas idéias sobre os conceitos que definem e caracterizam o que vem a ser uma média ou uma grande empresa. Falávamos sobre como as atuais mudanças socioeconômicas e tecnológicas estão interferindo nesse conceito de avaliação e, em breve, como iremos distinguir e definir o verdadeiro porte das pequenas, médias e grandes corporações.
 
Bem, então vamos ao comentário de meu amigo , que deu origem a essa reflexão. De acordo com ele, cada vez mais as grandes organizações abrem-se ao diálogo e à integração com empresas consideradas menores, em relação a estrutura física e humana. Enquanto isso, as pequenas crescem em agilidade, auto-estima e ousadia.
 
E como "uma mudança deixa sempre patamares para uma nova mudança", como dizia Maquiavel, essa nova postura não chega isolada. Mas faz parte de uma revolução de valores corporativos que vem tomando forma desde o final dos anos 90.
 
Iniciada com a consolidação da Era da Informação, na qual os "empreendedores tecnológicos de garagem" cumpriram papel fundamental, a revolução de valores a qual me refiro certamente engendrará um quadro benéfico às corporações dos diferentes portes.
 
O mercado vem há tempos mudando de foco. Atualmente, a abertura para novos negócios e o caminho do sucesso não são mais determinados por número de funcionários, metragens de sedes e número de filiais. Estamos em novos tempos.
 
Acredito que entramos na era dos valores imateriais. Já podemos falar de um conjunto deles que começa a determinar o "porte de eficiência e credibilidade de uma empresa", em contraponto à hegemonia do valor dos ativos tradicionais.
 
Onde estão esses valores das empresas do século XX!? Nas políticas de responsabilidade social, na inovação, na criatividade e nos aspectos éticos. Enfim, estão baseados na inteligência do negócio, que abre oportunidades para as empresas que agem como atores sociais e não apenas como atores econômicos.
 
E a nós, dirigentes e executivos, resta agirmos com humildade estratégica e abertura para o novo. Sempre lembrando de alguns conceitos que definem a importância do movimento em nossas vidas pessoais e profissionais, como o de Friedrich Nietzsche. Para quem "não há realidades eternas; nem tão pouco verdades absolutas". Ou seja, tudo evolui e devemos fazer parte dessa evolução. Até a próxima!
 
* Denis Mello é diretor-presidente do FBDE | NEXION Consulting, Consultores e Auditores em Marketing, Vendas e Gestão Empresarial. E-mail: diretoria@fbde.com.br Twitter: @fbdenexion.

Por: Denis Mello




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