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Contar Histórias... A mais antiga novidade do mundo dos negócios

Existe uma impressionante dificuldade em usar esta ferramenta no nosso dia a dia e de como perdemos o encanto da criança na hora de contar as nossas próprias histórias

Por | 11/05/2015

pauta@mundodomarketing.com.br

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Procuro me manter atualizada sobre as novidades, tendências, conceitos, metodologias e demais assuntos relacionados ao mundo coorporativo, principalmente os ligados às áreas de Vendas e Marketing - meus mananciais de trabalho. E fico cada dia mais impressionada com a capacidade criativa das pessoas, que resulta em uma quantidade absurda de novas técnicas e maneiras de - no final das contas - aumentar vendas e gerar lucro.

Chamamos isso de geração de demanda, conhecimento da marca, incremento do funil, dentro outras diversas opções semânticas para o principal objetivo de nossa vida corporativa: vender, crescer, aumentar número de clientes e lucro. Reforço, porém, que não vejo isso como um problema, pois é disso que precisamos, sempre. Ou isso ou ninguém paga suas contas, nem empresas, nem empregados, nem fornecedores.

Voltando ao nosso tema - uma das mais comentadas metodologias de abordagem de clientes, treinamentos, apresentações, formas de mostrar produto ou serviços que temos visto nos últimos anos é o Storytelling. Acho lindo, sinceramente. É quase mágico na simplicidade, naturalidade e antiguidade do conceito. Quem usa corretamente sabe como funciona bem no mundo corporativo. E todos nós sabemos o quanto isso é bom e funciona desde que nós éramos crianças.

Sim, porque contar histórias é tão antigo e natural quanto andar. Tantos são os que conhecemos que usavam este recurso. Um bom exemplo foi Jesus que, por meio de suas parábolas, eternizou o Storytelling. Repetimos palavras e expressões dele sem, na maioria das vezes, nem ligá-las ao autor. Simplesmente fazem parte do nosso DNA cultural.

A pergunta é: por que a gente, que quando criança adorava as hi(es)stórias contadas pelos nossos pais e que, em muitos casos, nos perdemos nas his(es)tórias contadas nos livros, filmes, seriados e novelas, não sabemos contá-las quando o assunto é corporativo ou faz parte do nosso mundo real?

Fico admirada quando vejo esse tema sendo discutido como algo novo. Novamente, acho um recurso simplesmente sensacional e acredito veementemente no seu uso. O meu ponto é em torno da impressionante dificuldade que nós temos em usar esta ferramenta no nosso dia a dia e de como perdemos o encanto da criança na hora de contar as nossas próprias histórias.

Torço muito para que esta seja uma "tendência" que dê muito certo em todas as instâncias, pois vai tornar a nossa vida corporativa menos árida e mais lúdica, mesmo que estejamos falando da mais chata das tecnologias ou resultados financeiros. Agora, só falta inventar um KPI de Storytelling - e sei que corro um risco enorme de estar atrasada nisso, pois provavelmente alguém já inventou. Então, quem vai medir e como vamos medir se estamos mesmo contando histórias ou estórias?

Por: Cida Vasconcelos

Diretora de Marketing da Avaya Brasil


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