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Olho vivo nos óculos do Snapchat

Apesar de lembrar o Google Glass, a tecnologia da até então rede social pode ter potencial, mas levanta dúvidas. Afinal, outras gigantes fracassaram ao lançar seus produtos

Por | 06/10/2016

pauta@mundodomarketing.com.br

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Há quase dez anos a Apple lançava o iPhone. Inovador, o smartphone surpreendeu o mercado por combinar dezenas de funções em um aparelho só. E melhor, hardware e software eram feitos em harmonia. Algo que a rede social Snapchat - agora rebatizada de Snap - tenta repetir ao lançar o Spectacles, um óculos capaz de gravar vídeos, tirar fotos e postar via wi-fi.

Apesar de lembrar o Google Glass, a tecnologia da até então rede social pode ter potencial, mas levanta dúvidas. Afinal, outras gigantes fracassaram ao lançar produtos "ponta a ponta". Foi assim com o Lumia da Microsoft/Nokia, o Nexus do Google/Huawei e o Firefox OS que foi desenvolvido para ser celular, virou sistema operacional e esse ano foi totalmente descontinuado.

Poderia divagar horas sobre os motivos que levaram ao fim de todas estas iniciativas, mas é possível identificar algo em comum em todos: estas empresas nasceram e fizeram os seus nomes no mundo online. Nunca antes elas haviam se aventurado na criação de equipamentos físicos. É óbvio que isso teria um efeito limitador. Algo que a Apple não passou, uma vez que o desenvolvimento completo faz parte do DNA da empresa criada por Steve Jobs.

Basta lembrar que a Apple nasceu em 1976 e lançou a primeira máquina pessoal da história, o Apple I. Hoje pioneira em celulares inteligentes, a empresa de São Francisco também é responsável por montar os iMacs, os iPads e os Watchs. Algo que a equipe do Snap nunca fez, mas parece disposta a fazer direto com seus óculos estranhamente fashions.

E os indícios podem ser conferidos em um artigo recém publicado pelo Wall Street Journal. A publicação especializada em economia mostra que Evan Spiegel - diretor-presidente da rede social - é muito bem aconselhado por Michael Lynton, presidente da Sony. O empresário é um dos conselheiros do empreendedor de 26 anos e teve papel decisivo na negativa que o Snap deu à proposta bilionária de compra que o Facebook fez há alguns anos.

A orientação deu certo, afinal, nos últimos anos a marca aumentou em valor de mercado e agora vale saborosos US$ 22 bilhões. Com um histórico desses você acha que ele vai negar os conselhos de uma das maiores referências mundiais em hardware? É por essa e outras, que, ao que tudo indica, apesar de novo, Spiegel tem coragem, percepção e vontade de fazer mais do um software de sucesso.

Acredito que estes fatores podem ajudar o óculos a surpreender pela sutileza da ideia e também pela possível capacidade de realização. Vale a pena começar a Imaginar os novos produtos que podem surgir a partir daí. Foi assim com o iPhone e pode passar a ser com o que você está usando no corpo agora mesmo.

Por: Celso Fortes

CEO da Agência Novos Elementos






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