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Setor de gastronomia surpreende no Brasil

A gastronomia nacional faz parte até mesmo de ações de marcas centenárias, que se reiventam

Por | 20/10/2010

pauta@mundodomarketing.com.br

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Por Carlos Ferreirinha*

Há muitos anos temos observado o crescimento importante da gastronomia brasileira, que realmente alcança um patamar de prestígio, de qualidade e de luxo surpreendente. Esse sucesso leva até mesmo a uma muralha, que dificulta grandes bandeiras internacionais de penetrarem no país. Ao contrário, o que começamos a observar é um movimento de restaurantes brasileiros, de nome e sobrenome, se internacionalizando. Como se percebe com a expansão da rede Fasano, que já tem operações em Punta del Este.

Seguindo o mesmo movimento, quando se fala em luxo e na gastronomia brasileira, não se falam mais em nomes estrangeiros que fizeram carreira no Brasil. Esse era o histórico há alguns anos, mas nós temos hoje uma safra nova de jovens chefes que estão redesenhando a gastronomia brasileira e realmente posicionando esses restaurantes tipicamente brasileiros, ou releituras brasileiras de gastronomias internacionais, mas que são absolutamente nascidos, criados e amadurecidos no mercado brasileiro.

A gastronomia nacional faz parte até mesmo de ações de marcas centenárias, que se reiventam. Um exemplo é a Maison Perrier-Jouët, dona de uma tradição de quase 200 anos de história na França, que surpreende ao criar uma experiência com o restaurante Mani, da chef Helena Rizzo, que já recebeu o prêmio de chef do futuro da Academia Internacional de Paris.

Em conjunto com o casal Helena Rizzo e Daniel Redondo, a marca centenária cria um menu harmonizado, unindo a bebida francesa e as especialidades contemporâneas e orgânicas da cozinha do casal para celebrar o lançamento do champagne Perrier-Jouët Belle Epoque Rosé.

É especial a junção entre os atributos tradicionais de uma marca como a Perriet Jouet e a exclusividade de um restaurante totalmente alinhado aos conceitos de contemporaneidade. A vinícola, que é fornecedora oficial da rainha Vitória e de toda a corte inglesa, teve início em 1811. Foi a primeira a criar um champanhe "seco" - denominação que passaria a Brut em 1880.

É profundamente inusitada a fusão entre os dois mundos. Movimento fundamental para uma marca histórica que quer manter-se viva em um mercado tão dinâmico. Inventando e reiventando, o setor de serviços e principalmente gastronomia surpreende e encanta. Mais um setor em que o brasileiro se destaca no mercado do Luxo.

* Carlos Ferreirinha é Presidente da MCF Consultoria & Conhecimento, especializada nas ferramentas de gestão e inovação do Negócio do Luxo e Premium, com atuação no Brasil, América Latina, Angola e Portugal.

Por: Carlos Ferreirinha

Fundador e Presidente da MCF Consultoria, Especializada na Inteligência da Gestão do Luxo


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