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Transformação Digital sem Precedentes...

O fato é que a Transformação Digital deixou de ser um processo em vigor dentro de uma empresa, algo "futurista", para ocupar o protagonismo do negócio agora. E temos muito que aprender e evoluir com tudo isso

Por Bruno Pacheco - 29/06/2020

Não é um exagero dizer que junto à crise da Covid-19 estamos enfrentando uma obesidade de informações por meio da transformação digital. Por um lado esse é um fator positivo, pois ajuda as empresas a acelerarem seus processos de digitalização e abre novas possibilidades.

Mas, de outro lado, estão as empresas que ainda não caminhavam nessa trajetória e precisaram acelerar para continuarem ativas em seus mercados. Porém, não tiveram tempo hábil para seguir um planejamento ou analisar com a devida cautela o que pode realmente ser eficaz.

O fato é que a transformação digital deixou de ser um processo em vigor dentro de uma empresa, algo "futurista", para ocupar o protagonismo do negócio agora, no momento. E temos muito que aprender e evoluir com tudo isso, principalmente porque esse embasamento estratégico passa por um critério muito emblemático para se sustentar: a empatia.

E o que seria uma transformação digital empática? Bem, a empatia tem a capacidade de nos fazer compreender o outro e, por meio desse entendimento é possível desenhar soluções inovadoras que realmente atendem as pessoas. Em tempos em que o engajamento digital é a principal ferramenta de marketing e que a descentralização das rotinas de trabalho é um fato estabelecido, a empatia aparece como alicerce para os processos de tecnologia.

Já a transformação digital deve ser entendida como uma mudança de comportamento. Não é apenas um grande processo de digitalização, mas significa uma mudança estrutural dentro de uma organização, no qual a tecnologia ganha um papel essencial.

Um dos grandes avanços da transformação digital é a autonomia dos processos e a personalização das soluções. Os recursos para essas linhas de atuação estão disponíveis em larga escala e trazem retornos significativos aos negócios, como no caso dos Chatbots, cada vez mais inteligentes, que reúnem informações precisas para respostas concretas.

Um dado importante para entendermos o tamanho do processo de digitalização que estamos vivendo vem da Abcomm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – que informou um aumento de mais de 30% de vendas online no mês de abril. Informação sustentada, inclusive, com a participação categórica de novos consumidores de ecommerce, pessoas que nunca tinham comprado pela internet.

E os estudos apontam que esse comportamento será mantido no pós-pandemia. Números da Qualibest – Instituto de Pesquisas de Mercado online – sugerem que mais de 50% das pessoas passarão a comprar mais produtos pela internet. Isto é, estamos em uma projeção de dados crescente, e não tem volta. A transformação digital, de fato, impulsiona o novo modo de viver das pessoas e isso será permanente.

Em consonância com esse cenário, o marketplace ganha força como um formato colaborativo de negócio. Uma opção de vendas online que ajuda as empresas a oferecerem soluções diversificadas e os consumidores a encontrarem o que precisam de forma mais confiável nesse universo.

Para os usuários, o marketplace representa a praticidade, pois é possível, em um só lugar, comparar preços e funcionalidades dos produtos. Para as empresas, esse formato é muito interessante porque garante maior visibilidade sem a necessidade de investir em tecnologia específica para o ecommerce funcionar.

As empresas abertas a essa transformação irão sobreviver e crescer, tanto com relação aos seus colaboradores quanto com atitudes empáticas e, cada vez mais, digitais com seus consumidores. E, enfim, as empresas que pregam a inovação terão que realmente aprender a inovar de forma relevante.

Por: Bruno Pacheco

Executivo de Marketing da Vedacit