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Flagship Store e Brand Experience

Varejo

Por Beth Furtado - 10/12/2009

Há alguns anos muitas empresas aderiram ao conceito de Flagship Stores – lojas bandeiras ou lojas conceituais que nasceram com a missão de fortalecimento de marca. Este objetivo não excluía a expectativa da auto-sustentabilidade por meio das vendas.

Com este espírito nasceram as icônicas Niketown, Disney e Warner Store, dentre outras que seguiram o mesmo caminho. A prática mostrou que a auto-sustentabilidade era um exercício muito complexo em um modelo de negócio em que toda a estrutura de custos expressava grandiosidade. As flagships instalaram-se nos pontos e cidades mais caras, ocupando espaços gigantescos, com estruturas inchadas para atendimento e valores obscenos investidos na arquitetura. Ou seja, muito distantes da visão pragmática moderna de negócios.

Mais recentemente, temos visto este conceito evoluir para o de Brand Experience – lojas que criam experiências de marca. Esta nova geração distingue-se por lojas menores, muitas vezes móveis ou temporárias, mas nem por isso menos aspiracionais. Não há compromisso da perenidade, nem há o entendimento que a grandiosidade expressa a melhor experiência de marca. O compromisso é o de ser relevante. Portanto, mutante.