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5 desafios do profissional de Marketing com a transformação digital

No contexto em que a tecnologia muda o modelo de negócio de empresas, quem atua na área já encontrou ou encontrará alguma dificuldade em sua rotina. Artigo traz lições

Por | 29/08/2018

pauta@mundodomarketing.com.br

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Alavancar a internet das coisas, potencializar os ajudantes com comando de voz e maximizar as impressoras 3D entre tantas outras inovações, são algumas das opções disponíveis no mercado. Nesse contexto, em que a transformação digital mudou o modelo de negócio de uma imensidão de empresas, quais são os grandes desafios que nós, profissionais de marketing, encontramos atualmente.

A primeira resposta é bem simples, a lista é grande. A segunda é que os desafios estão muito interconectados e a terceira é que você provavelmente já encontrou ou encontrará em breve alguns deles na sua trajetória. Aqui estão os cinco que mais me fizeram mudar: 

1. Criar elos:

O primeiro deles é sobre conseguir conectar áreas, pessoas, processos e parceiros. Os departamentos, cada um no seu quadrado, já morreram, as caixinhas e os organogramas são mais conectados e fluidos e a tecnologia entra nessa história como uma ótima aliada. Com isso, é imprescindível que o profissional entenda e saiba trabalhar com essas novas relações. Ter a habilidade de juntar e unir  faz toda a diferença.

2. Consumidor é quem manda:

Logo na sequência, eu destaco o desafio de saber trabalhar numa era em que o consumidor é o centro, em que ele é o fator decisório e que vai direcionar os caminhos que as suas marcas vão seguir. Colocar o consumidor na primeira posição significa dizer nãos a muitas burocracias internas, mudar rotas e principalmente criar uma relação com ele. Saber falar e ouvir com a mesma importância, criar diálogos, duas vias, prestar atenção no conteúdo e no tom de voz, saber perguntar e responder. Nesse cenário, alimentar um ambiente em que todos tenham esse mantra, o consumidor em primeiro lugar, é essencial.

3. Trabalhando com os nativos digitais:

Outro desafio bem recorrente e intensificado com a transformação digital é como os profissionais de marketing aprendem a trabalhar com os profissionais de uma geração que já nasceu com a internet, os chamados tech addicted. Conhecidos como geração Y ou os millenious, eles têm valores e envolvimento, tanto com o trabalho como com as marcas, muito diferentes. São apressados, querem ter liberdade para criar e crescer, buscam líderes inspiradores que proporcionem a eles inúmeras oportunidades, em vez de chefes que lhes tirem a criatividade. Propósito é palavra mandatária no repertório dessa geração e o trabalho não pode jamais atrapalhar seu bem estar, porém sabem que precisam domar sua ansiedade.      

4. A experiência completa:

O quarto desafio é fazer o nosso trabalho de marketing ser ancorado e mensurado na experiência de cada consumidor e não apenas em propaganda. A experiência, que é um processo e envolve vários fases, precisa ser planejada de forma global, pois seus estágios devem caminhar juntos para um mesmo fim. Isso tem que ser o que nos guia e o que estará nos nossos planos.

5. Inovação no DNA:

E para fechar,  ter liberdade de criar para conseguir inovar de maneira verdadeira e rápida é, com certeza, um imenso desafio para os profissionais de marketing. A transformação digital é muito benéfica nesse ponto, porém é importante destacar que essa inovação, não significa ter uma área ou um profissional de inovação e sim, um ambiente propício a inovação, uma empresa que busque a inovação na sua essência e não apenas de maneira isolada.

Todos esses desafios não são fáceis, porém, nenhum desses supera o de encontrar um profissional que fomente a disfunção dentro das empresas, que trabalhem o digital, não como uma tendência e sim como uma necessidade, que entenda de tecnologia e domine o conhecimento sobre o comportamento do consumidor. A transformação é digital, mas o fator ainda é humano.    

Por: Ana Paula Krainer

Executiva de marketing com mais de 16 anos de experiência em grandes multinacionais da área de alimentos e bebidas como PepsiCo e Mondelez tanto no Brasil, como nos Estados Unidos e América Latina. Formada em Comunicação pela UFPR com pós gradução em marketing pela FGV


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