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Buscadores: até onde podemos confiar?

Canais estão aproveitando a oportunidade para vender o que as empresas têm de mais importante e mais valioso e que leva muito tempo para construir: seu nome, sua marca

Por | 28/11/2016

pauta@mundodomarketing.com.br

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Atualmente a grande maioria das pessoas acessa diariamente buscadores, como o Google, procurando informações e conhecimento geral de uma forma prática e rápida. Não importa que tipo de informação seja, pode ser em relação a compras, produtos, fatos históricos, dúvidas, remédios, curas, etc. No entanto, os buscadores sempre fornecem para estas pessoas/empresas informações relevantes que são usadas para tentar "vender" algo de certa forma.

Até aí, tudo bem! Afinal está é uma premissa básica do capitalismo. Porém, os buscadores estão fazendo algo maior e aproveitando a oportunidade para vender o que as empresas têm de mais importante e mais valioso e que leva muito tempo para construir: seu nome, sua marca.

Aqui eu lembro da famosa frase brasileira: Pagando bem, que mal tem? Quer um exemplo? Simples! Se você vai ao Google e digita Coca-Cola, que é uma das mais importantes marcas da indústria mundial, pode acontecer que apareça a Pepsi na busca ao invés da Coca-Cola. Acredite! Isso acontece pois o Google pode vender esta palavra Coca -Cola para sua maior concorrente. Ou seja, você busca uma informação e nem sempre ela é entregue de forma correta ou é exatamente o que você procura.

Neste exemplo, o Google fatura em cima de um nome criado há mais de 100 anos e ainda vende esta informação para o seu maior concorrente e até para a própria Coca-Cola, que precisa pagar para ter sua marca sendo garantida em primeiro lugar na busca orgânica dos buscadores. 

Se a busca fosse pela palavra REFRIGERANTE aí seria completamente diferente, pois essa palavra se refere a qualquer bebida gasosa e não possui um proprietário, e aí sim a palavra pode ser "vendida" para quem pagar mais pelo destaque, o que é completamente diferente de "vender" a palavra da marca que pertence a uma empresa.

Vender o maior patrimônio de uma empresa, que é o seu nome para um concorrente, assim como ter que pagar para aparecer em primeiro lugar quando uma pessoa digita no buscador o nome exato de uma empresa é um absurdo e foge completamente do objetivo dos buscadores que é ajudar as pessoas a encontrar exatamente o que procuram.

Além de "roubar" as empresas que trabalharam tanto para crescer em cima de seu nome, os buscadores ainda acabam influenciado os internautas que estavam, no caso deste exemplo, procurando informações sobre a Coca-Cola e que podem ser influenciados a experimentar uma outra bebida.

Os buscadores devem parar de roubar o bem mais precioso das empresas e ao mesmo tempo entregar aos internautas as informações que eles realmente procuram com relevância em cima do assunto procurado.

Sobre a relevância da busca, este é outro grande problema, pois os buscadores estão completamente defasados e se deixam enganar facilmente por sites de conteúdo "pirata" e que ainda por cima trazem riscos de vírus para os internautas. 

Isto pode ser observado colocado nos buscadores o nome de qualquer filme ou música famosa onde os resultados que aparecem nas primeiras páginas são de sites piratas que roubaram o conteúdo dos produtores. Ou seja, sites que não pagam impostos, não contribuem para a sociedade e colocam os computadores e usuários em risco.

Então estes sites piratas não deveriam de forma alguma aparecer em nenhum buscador, ainda mais nas primeiras páginas.

Já está na hora dos buscadores pararem de explorar o nome das empresas, assim como também excluírem sites piratas das suas buscas trazendo um serviço de qualidade para que seus usuários, empresas e indústrias possam ter acesso rápido ao que procuram, como ter seu patrimônio ou segurança preservados.

Por: Alexandre Peccin

Fundador do portal Bella da Semana


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