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Companhias miram em serviços para Internet das Coisas

Aumento no número de dispositivos conectados terá incremento de 31% em 2017, o que exige das empresas inovações que melhorem experiência do consumidor

Por | 10/03/2017

priscilla@mundodomarketing.com.br

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A interação dos usuários com a web já não é mais a mesma. As interfaces estão mudando em um ritmo intenso e esse novo espaço da conectividade mobile extrapola os smartphones: é a Internet das Coisas chegando cada vez mais perto da rotina dos consumidores. De olho nessa tendência, cada vez mais próxima das empresas e das pessoas, algumas companhias já começam a investir maciçamente em estratégias de IoT.

Cerca de 8,4 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas estarão em uso em todo o mundo em 2017, um aumento de 31% com relação a 2016 e que os gastos endpoints e serviços devam atingir US$ 2 trilhões, segundo o Gartner. O mercado de consumo será responsável por 63% das aplicações em uso e chegará a 5,2 bilhões em unidades. Já em relação às empresas, a expectativa é de que se implementem 3,1 bilhões de equipamentos conectados até ao final do ano.

Espera-se inovações não apenas de sistemas automotivos, smartTVs e conversores digitais, como também medidores elétricos inteligentes e câmeras de segurança comerciais. Além deles, aplicações desenvolvidas para verticais específicas de mercado, incluindo sensores de processo para fábricas e aparelhos de localização em tempo real para a área da saúde, impulsionarão da IoT em 2017, com US$ 1,6 bilhões de unidades implementadas.

Serviços
Apenas a partir de 2018, espera-se uma expansão na utilização de equipamentos conectados, nomeadamente, relacionados com edifícios inteligentes, segundo o Gartner. A consultoria aponta ainda que o total de gastos com serviços (profissionais, voltados para o consumidor e de conectividade) deve alcançar US$ 273 bilhões de dólares até ao final do ano. Embora em número de equipamentos o consumo saia vencedor, em termos de gastos são as empresas os maiores consumidores de IoT, representando 57% dos gastos totais de 2017.

Para este ano, as previsões apontam para que os investimentos em hardware para o uso de equipamentos conectados dentro das empresas vão atingir cerca de US$ 964 bilhões e que, até 2020, os gastos com hardware nos dois segmentos, consumo e empresarial, cheguem quase aos três trilhões de dólares.

Para que o aumento de dispositivos conectados seja feito de maneira eficaz, também é preciso que os serviços para eles sejam bem sucedidos. Aqueles voltados à conectividade e consumo já estão crescendo a um ritmo mais rápido, enquanto os de design e implementação precisam de mais maturidade.

SAP
A SAP lançou o SAP Leonardo, um programa que visa implementação de estratégias de Internet das Coisas (IoT) e que permite que seus clientes adotem mais rapidamente as inovações que surgem nessa área e consigam adaptá-las a seus negócios. A multinacional já tinha demonstrado seu comprometimento com a IoT quando anunciou que iria investir dois bilhões de euros em desenvolvimentos nesse campo, durante os próximos cinco anos.

O novo produto é constituído por aplicações de negócio, Big Data e conectividade em soluções transversais a todos os setores do mercado. Esse programa acelerador visa ajudar as organizações a identificar e a validar pilotos e casos de utilização IoT. Combina design thinking com as estratégias e os objetivos dos clientes para levar valor aos negócios e estabelecer pilotos que possam ser escalados, quer dentro das próprias empresas dos clientes, quer a outros tipos de companhias.

Entre algumas das áreas em que a SAP disponibiliza suas soluções IoT estão o de produtos conectados, voltados para a descoberta de novos dados ao nível da gestão do ciclo de vida do produto, das redes digitais de aprovisionamento e, ainda, desenho, fabricação e distribuição de produtos inteligentes e conectados para todas as indústrias. Outro ponto é da infraestrutura conectada para uma nova inteligência operacional digital a partir de sistemas de infraestrutura física, construção e redes de energia, que permitem operações mais eficientes, não só para mitigar o risco, como também para facilitar a adoção de normas de conformidade.

Há ainda uma área de ativos conectados para monitoramento e análise de ativos fixos, incluindo os processos de produção e manutenção, de forma a se obter uma redução de custos e aumentar o tempo de funcionamento do equipamento. A companhia também trabalha com frota conectada para permitir aos negócios e organizações de serviço público terem seus próprios ativos móveis para melhorar os serviços, a segurança, bem como a visibilidade relativamente à logística e qualidade de serviço.

Outra área é de mercados conectados de forma a possibilitar a produção de novos modelos de negócio de relevância local e com os prazos adequados, sejam negócios de agricultura digital, portos inteligentes ou cidades inteligentes. Por fim, há uma área pensada em pessoas conectadas para tarefas de trabalho mais colaborativas, gestão de saúde e ambientes domésticos inteligentes que ligam pessoas e comunidades, fornecendo um melhor e mais personalizado estilo de vida.

IBM
A IBM e a VISA realizaram uma parceria para transformar automóveis e todos os outros dispositivos conectados em potenciais pontos de venda. Esta colaboração foi comunicada nesta semana, quando a companhia de tecnologia inaugurou oficialmente o Centro IBM Watson IOT em Munique, na Alemanha. O projeto pretende introduzir experiências de pagamento seguras a partir de qualquer dispositivo conectado, quer seja, uma geladeira, smartwatch ou automóvel, e as empresas querem fazê-lo unindo as capacidades cognitivas da plataforma Watson IoT com os serviços de pagamento globais da Visa.

A inovação é possível por meio do uso do Visa Token Service (VTS), uma nova tecnologia de segurança incorporada na plataforma Watson IoT da IBM, que substitui as informações confidenciais encontradas em cartões de pagamento, como o número de conta de 16 dígitos, a data de validade e o código de segurança.

Um dos exemplos referidos é o pagamento de combustível por meio de uma interação direta entre o carro e a bomba de gasolina ou a substituição de uma peça, em que com um simples toque de botão, o consumidor poderá encomendar o que necessita e agendar de seguida a reparação em uma oficina. O novo centro da IBM correspondeu a um investimento de mais de US$ 200 milhões, o maior da empresa nas últimas duas décadas na Europa. Esse novo polo tecnológico conta com mais de mil especialistas e parceiros na área da IoT.  Atualmente, são já seis mil as empresas que trabalham com a solução IBM Watson IoT.

Saiba como a Internet das Coisas pode impactar o seu negócio, no estudo disponível no Mundo do Marketing Inteligência. Conteúdo para assinantes. 





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